31 de jan 2014
Olá, desse vez resolvi postar minhas fotos do instagram, só que dessa vez de forma organizada. Vou postar todas as fotos dos últimos dias dos meses. E essas foram as fotos de janeiro.
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Espero que tenham gostado e quem quiser me seguir no instagram, procure por @faltouacucar

 

 

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29 de jan 2014

Tenho uma mania feia de ouvir as rádios do Superplayer e não olhar o nome das músicas. Estava ouvindo a rádio Pop (tenho ouvido bastante), percebi que a música que estava tocando já tinha tocado outra vez e era muito legal. Que surpresa eu tive ao conhecer a dona da música.

Ela é Lucy Spraggan, 22 anos, uma cantora e compositora inglesa. O primeiro vídeo que vou mostrar é a audição dela para o X-Factor UK, em julho de 2012, foi onde ela me fez querer guardá-la num potinho e trazer pra casa. Ela permaneceu até a semana 5, quando abandonou o show porque estava doente :(

Letra/Tradução
Essa música tem dois clips, recomendo que vejam esse (principalmente os amiguinhos que se identificaram com a letra) :

Depois disso eu saí pesquisando feito louca e descobri que antes de tentar o X-Factor UK ela já tinha um álbum independente chamado “Top Room at the Zoo” e um segundo álbum foi lançado pela Columbia Records em outubro de 2013, “Join the Club”, que inclui todas as músicas do primeiro.

Letra/Tradução

Lucy define seu estilo como ‘A-Flop’, uma mistura de folk com hip hop, e eu digo que seja lá o que for, continue fazendo, pois ela tem ao mesmo tempo músicas super vibrantes, calmas e emocionantes.

Letra/Tradução

Letra/Tradução

Essas são as minhas músicas favoritas dela, até agora. Espero que tenham gostado tanto da Lucy quanto eu.

 

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28 de jan 2014

Por parte da minha adolescência eu fui otimista, juro, esperava sempre coisas boas. Acreditava nas pessoas esperando o melhor delas. Uma sonhadora, porém não percebia como estava sendo ingênua.
Eu quebrei a cara, quebrei de novo e de novo. Quando imaginava as coisas que estavam por vir, eu tinha medo do quanto ia me machucar se não saísse pelo menos parecido com a forma que pensei.
Precisei de um trauma pra entender que as coisas nunca saem como a gente imagina.
Não vou contar o que aconteceu, mas foi tão oposto ao que eu esperava, que praticamente não teria sido capaz de imaginar.
Na época eu estava lendo ‘As crônicas de Nárnia’ e acabei caindo na parte do brejeiro (criaturas que se assemelham a espantalhos e são muito pessimistas), que previa destinos terríveis até para a menor das situações, pois segundo seu pensamento nada pior além do pior poderia acontecer.
Isso acendeu uma lâmpada na minha cabeça e até hoje para mim faz muito sentido.
Não fiquem chocados, eu explico o por quê.
A partir de um ponto da vida várias coisas começaram a dar errado pra mim e isso foi me deixando depressiva, então cada vez que eu esperava que algo bom fosse acontecer ou imaginava uma situação e na vida real não acontecia, eu ficava para baixo.
Nesse ponto você pode estar pensando, ‘Mas que frescura’ e alguns de vocês nunca entenderão mesmo. Praticar o pessimismo talvez tenha salvado minha vida.
Alternando momentos de alegria histérica e tristeza, eu consegui aos poucos encontrar meu equilíbrio.
Aprender a esperar pelo pior me preparou para as decepções e me ensinou ao mesmo tempo a dar valor as coisas boas.
Hoje em dia eu espero coisas boas para mim, mas asseguro de deixar a Carla pessimista já planejando o que fazer se tudo der errado.
Ps: Sei que algumas coisas que descrevi são sinais de bipolaridade, mas nunca fui ao psicólogo comprovar.

 

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