27 de abr 2014

Esse post faz parte da postagem coletiva de Abril do rotaroots. O tema foi sugerido por Larissa Ventura.
A ideia era escolher cinco personagens que marcaram minha vida e/ou que eu gostaria de ser. Eu acabei escolhendo personagens com quais já me identificava, minhas queridinhas dos livros, tv e cinema.

Eu acabei escolhendo personagens com quem já me identificava, minhas queridinhas dos livros, tv e cinema.

Tonks: Ela é Metamorfomaga, ou seja, tem a habilidade de mudar de aparência. Quem nunca quis mudar completamente o cabelo ou até mesmo fingir que era outra pessoa. Tonks apareceu menos do que eu gostaria nos livros de Harry Potter e ainda menos nos filmes, porém, foi um dos personagens por quem eu mais chorei no fim. Sua incapacidade de ficar quieta, humor e determinação são um charme. Além do fato de ter se apaixonado por Lupin, não dar a mínima por ele ser um lobisomem e aceitar passar por todas as dificuldades ao lado dele. Todas essas coisas me fazem querer ser a Tonks. (Inclusive quando jogava rpg usava ela de char).

Suzannah Simon: Logo nas primeiras páginas do livro “Mediadora – A Terra das Sombras” amei a Suze. Para quem não conhece, a Suze pode ver fantasmas (também pode se comunicar com eles e tocá-los) e tenta ajudá-los a seguir para a próxima fase. Sei que a história parece clichê hoje em dia, mas o que mais chama atenção é a personalidade rebelde dela. Respostas espertinhas, ameaças de cair na porrada com quem a irrite e a habilidade de fazer os amigos menos populares e mais esquisitinhos.

Katniss: Em uma realidade totalmente injusta, Katniss tira forças não sei de onde para sustentar a família depois da morte do pai. Com a mãe catatônica, ela passa a criar praticamente sozinha a irmã e depois ainda toma seu lugar no Hunger Games. Eu gostaria de ser uma sobrevivente como ela, saber caçar e como me virar em uma floresta e acima de tudo não perder a fé ou desistir.

Tris: Mesmo quando tudo está uma merda, Tris repete para ela mesma que vai conseguir. Esse é um exemplo que eu deveria seguir. Me identifiquei muito com ela e fiquei me perguntando se fui só eu ou se toda a humanidade é divergente. Ela nega seu autruismo ainda que o tenha, pensa logicamente em situações impossíveis e não ignora a maior parte dos impulsos que tem. Claro que ela é muito mais corajosa do que jamais fui, porém, algumas atitudes e a forma de pensar da mesma, faz com que eu me identifique. Gostaria de ser como a Tris e de poder escolher a audácia.

Veronica Mars: Depois de ter sua melhor amiga Lilly assassinada, ver o pai virar chacota na cidade, ser abandonada pela mãe e perder todos os amigos, Veronica arruma um meio de dar a volta por cima. Seguindo os passos do pai (que agora é detetive) ela passa a investigar o assassinato de Lilly e se envolve em diversas tramas na cidade de Neptune, ajudando algumas pessoas, ganhando um dinheiro extra e etc. A Veronica é fantástica, corajosa, inteligente, engraçada, sarcástica e incrivelmente carismática. Se eu não fosse ela, gostaria de no mínimo ser sua amiga.

Isso me lembra como na adolescência, minhas amigas e eu comparávamos nossas personalidades com a de nossas personagens favoritas, até mesmo usando seus nomes como apelidos (Né não, Rosinha?). Na época eu não encontrava uma personagem que se parecesse tanto comigo como elas encontravam, no entanto, essas acima mostram pedaços de mim. Espero que tenham gostado.

ATENÇÃO, gente, faltam 3 dias para o fim do sorteio, corre que ainda dá tempo. Clique aqui

 

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21 de abr 2014
Não sei vocês, mas a primeira coisa que eu pensei quando ouvi a história da princesa que beijava o sapo, quando era pequena foi: Éca! Porém, essa história nem sempre foi assim, na versão mais antiga do conto, o encanto foi quebrado depois que a princesa se encheu do sapo e o tacou na parede. Pois é, nem sempre as histórias que conhecemos como contos de fadas foram tão bonitinhas. Vamos conhecer algumas dessas histórias na versão bem mais sangrenta:
Chapeuzinho Vermelho: Em uma versão francesa, depois da parte em que o lobo conversa com a chapeuzinho na floresta, ele chega antes dela na casa da vovó e faz picadinho da velha. Quando chapeuzinho chega, ele já está disfarçado e oferece à ela a carne e o sangue da vovó. Depois de comer, ela atira sua roupa no fogo a pedido do lobo e deita-se ao seu lado. Então começa todo aquele jogo de “porque tal coisa é tão grande?”. Com muito mais conotação sexual do que a história inocente contada hoje.

Bela Adormecida: Assim como previsto na maldição, Talia cai em sono profundo depois que uma farpa entra sob sua unha. O pai dela sem saber o que fazer, vai embora e deixa a filha desacordada, largada sem proteção. Uma noite voltando de uma caçada, o rei passa pela casa e se encanta por Talia. Ao contrário da versão bonitinha, ele não a desperta com um beijo, pelo contrário, faz sexo com ela adormecida mesmo. O mais estranho: ela engravida de gêmeos, sabe-se lá como, eles nascem sozinhos. Um dia enquanto um deles chupa o dedo da mãe, a farpa sai e é assim que ela acorda. Um ano depois o rei volta, a encontra acordada e faz dela sua amante. WTF, é mais fácil de acreditar na história do beijo de amor verdadeiro do que nessa versão italiana do século 17.

Cinderela: Na versão do Giambattista Basile (o mesmo cara que escreveu essa versão acima) a Gata Borralheira era do mal, combinou com a governanta pra matar a madrastra. Um dia enquanto ela mexia num baú, Cinderela o fecha em sua cabeça. Na versão dos irmãos Grimm, quando o príncipe vem procurar a dona do sapatinho, a madrasta e as irmãs cortam dedos e pedaços dos pés para tentar calçá-lo e no final ainda morrem enquanto seus olhos são devorados por pombos.

Alice no País das Maravilhas: Se a versão “atual” de Alice já é muito louca, na versão de 1865 nem havia moral da história. O nome de Alice foi escolhido em homenagem a uma amiga do autor, na época uma criança, até hoje desconfia-se de pedofilia. Lewis inventou a história para contar à Alice e suas irmãs, que o convenceram a escrevê-la. Nós sabemos que existe também a lagarta azul doidona, fumando narguile no meio da história, e pelo menos eu já relacionava isso ao consumo de drogas. A droga mais utilizada na época em que o livro foi escrito era Ópio, legalizada para uso medicional. Além disso os cogumelos que fazem crescer e diminuir, podem ser comparados à cogumelos alucinógenos, ainda que não seja comprovado que o autor fizesse uso deles.

João e Maria: Não conseguindo alimentar toda a família, o pai se deixa convencer pela mulher a abandonar seus filhos na floresta. Porém eles descobrem, deixam pedras marcando o caminho e voltam para casa. Já na segunda tentativa do pai de abandoná-los, eles usam pão, que é comido pelos pássaros, encontram a casa da bruxa, que era feita de comida (sim, comida e não doces, como na versão que conhecemos). Ela planejava jantá-los, porém, Maria a empurra no calderão, matando-a, e ambos saqueiam a casa.

Esse post foi inspirado na edição ‘A origem sangrenta dos contos de fadas’ da revista Mundo Estranho. Sei que algumas das histórias chegam a ser bem chocantes, espero que tenham gostado. Aliás, gostaria de recomendar um livro que li recentemente: Branca dos mortos e os 7 zumbis.

Esse livro trás uma visão diferente dos contos de fadas que conhecemos, indico principalmente pra quem gosta de zumbis, bruxas e tem estômago forte.

 

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17 de abr 2014

Esse é o primeiro sorteio do blog, aee!
Como já fiz uma resenha do livro aqui no blog e estou tentando fazer meus amigos lerem, resolvi sortea-lo.
Hoje estreia o filme no cinema, mas claro que sempre vale a pena ler o livro antes.

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