23 de jun 2014

Quando soube dessa exposição fiquei de imediato louca para ir. Vou mostrar um pouco como foi e o que vi!

Yayoi Kusama, uma artista japonesa (hoje com 85 anos), diagnosticada desde jovem com esquizofrenia, passou a se expressar através da arte, mostrando como ela via o mundo em suas alucinações, enchendo tudo de bolinhas. Além de tender ao suicídio, Yayoi passou a ter TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), que agravou sua obsessão por bolinhas e pontos. Diz que “se não fosse sua arte, já teria se matado há muito tempo”.

Já vou avisando, são muitas fotos, não me mate.

Você só pode permanecer nessa sala por 20 segundos, ou seja, desespero para tirar uma foto decente rápido.

 Uma dica: Tente ir em um dia de semana, acredito que esteja mais vazio. Hoje (domingo) pegamos uma fila razoavelmente grande além da super lotação das salas.

Caso você queira visitar a exposição, ainda da tempo. Ela está no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo (Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – O prédio rosa), fica aberta de Terça à Domingo das 11h00 as 20h00 até o dia 27 de Julho. A entrada é franca.
Vale a pena, recomendo.

 

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19 de jun 2014
Há alguns meses estou tentando redecorar meu quarto e, surpresa, descobri que sou um desastre para essas coisas. Depois de não conseguir cobrir o azul da parede com tinta branca, resolvi colocar papel de parede. Pesquisei bastante, preços salgados, quase comprei papel contact, como segunda opção acabei escolhendo por forrar uma parede com tecido.
Se você quiser fazer também, o que eu usei:
1 Kg de cola branca;
O tecido precisa ser grosso, daqueles para sofá (paguei 17,90 o metro);
Brocha ou rolo para espalhar a cola;
Régua, tesoura e estilete.
Antes de comprar o tecido, tire as medidas da parede, geralmente a largura do tecido é de 1,40m, na minha eu gastei 6 metros.
Quando for começar, teste o tecido na parede, deixe um pouco sobrando nos cantos para depois dar o acabamento. Preste atenção também na estampa, para que a emenda não fique visível.
Passe a cola na parede e aos poucos vá aplicando o tecido, alise com as mãos e/ou utilize uma régua para eliminar rugas que se formarem.
Corte as rebarbas com um estilete e o auxílio de uma régua.
Dica: Não faça sozinha(o), cansa demais os braços e é mais seguro se alguém segurar a escada. Minha mãe fez a maior parte, hahaha.
Espero que tenham gostado, fico devendo uma foto da parede toda, mas assim que terminar de arrumar o resto do quarto posto :)

 

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18 de jun 2014
Eu ia fazer esse post antes do lançamento de “A Culpa é das estrelas”, mas esperei passar um pouco o hype.
Já repararam na quantidade de filmes retratando o mesmo tema, ou semelhante? Nós assistimos a esses filmes sabendo que vamos chorar até desidratar e passamos o filme todo sabendo que um dos personagens vai morrer e rezando para que não aconteça (Também acontece em Marley&Eu). Provavelmente gostamos de sofrer.

Agora é para sempre (Now is Good)

Tessa, é uma adolescente de 17 anos apaixonada pela vida. Diagnosticada com uma doença terminal, ela decide fazer bom uso de cada momento fazendo uma lista de coisas que uma adolescente normal iria experimentar. Com a ajuda de uma amiga, ela começa a pôr em prática os itens da lista e, enquanto seus pais e seu irmão lidam com o medo de perdê-la de suas próprias maneiras, Tessa passa a explorar um mundo novo e viver cada dia o mais intensamente possível. No entremeio, a garota se apaixona por Adam, seu novo vizinho, item que não estava na lista mas que se prova a mais revigorante experiência de todas.

Esse filme, lembra muito “A culpa é das estrelas”.  Tessa, apesar de seu humor negro, está desesperada para viver o máximo possível no tempo que lhe resta, mesmo que isso signifique cometer crimes e ferrar ainda mais sua saúde. A Dakota é fantástica em qualquer papel (Dake me beija), chorei feito criança.

Uma prova de amor (My Sister’s Keeper)

A pequena Anna não é doente, mas bem que poderia estar. Por treze anos, ela foi submetida a inúmeras consultas médicas, cirurgias e transfusões para que sua irmã mais velha Kate pudesse, de alguma forma, lutar contra a leucemia que a atingiu ainda na infância. Anna foi concebida para que sua medula óssea prorrogasse os anos de vida de Kate, papel que ela nunca contestou… até agora. Tal como a maioria dos adolescentes, ela está começando a questionar quem ela realmente é. Mas, ao contrário da maioria, ela sempre teve sua vida definida de acordo com as necessidades da irmã. Então, Anna toma uma decisão que seria impensável, uma atitude que irá abalar sua família e talvez tenha terríveis consequências para a irmã que ela tanto ama.

Cameron Diaz provando que não é uma atriz só para comédias românticas. O filme é surpreendente, mas infelizmente não posso contar, porque quero que vocês assistam. Ele mostra não só a história de Kate, mas o impacto que sua doença causou na família. São muitas lágrimas e lições de vida.


50% (50/50)

Adam (Joseph Gordon-Levitt) tem apenas 27 anos e descobre que está com câncer. O problema é que ele não fumava, não bebia e foi difícil entender porquê foi aparecer um tumor em sua vida. Mas para ajudar a enfrentar essa pedreira ele vai contar com a ajuda de seu melhor amigo Kyle (Seth Rogen), um cara muito alto astral, e também de uma analista (Anna Kendrick) que não é de se jogar fora. Dessa forma parece até que suas chances de sobrevivência em torno dos 50% não tão ruins assim. Será que não mesmo?

Seguindo uma linha muito mais descontraída que dos outros filmes, foge do clichê. Ri bastante, mesmo com muitas partes tristes. Recomendo.

Um amor para recordar (A Walk to Remember)

Jamie é uma menina estudiosa e religiosa, diferente do Landon que faz parte da turma de desajustados do colégio. Ele não faz só uma brincadeira de mau gosto, ele participa de uma brincadeira que quase mata um dos seus colegas. E ele é convidado pelo diretor da escola, como punição a “mudar de vida” dentro da escola, conhecer pessoas diferentes e viver situações diferentes.

Bem antigo, se você não assistiu está com uma lacuna de choradeira em sua vida. Só de estar aqui nessa lista, o suspense do filme já acaba, afinal, agora vocês já sabem que alguém está com câncer. Assim como em “Now is Good” há uma lista de coisas a se fazer, mostrando como devemos nos esforçar para conquistar nossos sonhos.

Claro que não tem todos os filme sobre câncer nesse post, eu não assisti tanto assim e ultimamente tenho tentado evitar choradeiras. Ainda não assisti “A culpa é das estrelas” (apesar de ter lido), mas vocês podem encontrar mais nesses dois links:

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Sinopses: Retiradas do filmow

 

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