29 de out 2014

crazyness

Olá, essa é de longe a playlist mais animada que eu já fiz!

Sou bastante eclética e apesar de ter o rock como meu gênero de música favorito, viajo pelos outros, as vezes passando a semana inteira ouvindo, de novo e de novo, as mesmas músicas. Essas são algumas das músicas que ouço quando quero e dançar loucamente pela casa.

 

Gostaram? Já conheciam alguma das músicas?

 

 


 

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28 de out 2014

ONE

Olá, já me indicaram mil vezes para tags de perguntas, peço desculpas as que não respondi até hoje. Escolhi responder essa! Fui indicada por Monique (Ai, que fase!) e Isabelle (Botas Batidas). Deixei as respostas curtas e espero que gostem!

1- Por que decidiu criar um blog e quando começou?

Eu tinha coisa demais para falar e precisava de um lugar para esvaziar minha cabeça. Comecei em Julho do ano passado (2013), estava de férias da faculdade e tinha as manhãs livres.

2- Quais benefícios o blog te traz?

Me impede de ficar louca, hahahaha, me mantém produtiva fazendo tudo que eu gosto, ilustrar, fotografar, ler, escrever, etc.

3- Qual é o post mais acessado?

Tenho muitos acessos nos looks do dia, mas a longo prazo posso dizer que é o post sobre ‘Os Warren.’

4- Você usa as redes sociais?

Sim, principalmente Facebook, Instagram e Twitter (que voltei pouco tempo). Minha rede social favorita é o Instagram!

5- Como o blog tem evoluído?

Acho que bem, conto mais pelo número de curtidas na fanpage e comentários nos posts. Acho que tem aparecido mais leitoras fieis. <3

6- Já viveu algum fato importante por causa do blog?

Sim, as exposições que fui para mostrar aqui e o carinho que recebo de retorno por conta dos looks ilustrados foram as coisas que mais marcaram.

7- De onde nasce a inspiração para escrever e continuar com o blog?

Eu sempre fui faladeira, então não tenho muitos problemas para escrever post. Sempre que vejo alguma coisa que me agrada, assisto um filme, leio um livro, penso logo em dividir com todo mundo aqui no blog. Ás vezes dou uma desanimada, agora mesmo estou bem devagar, principalmente porque meu notebook está pedindo arrego.

8- O que você tem aprendido a nível pessoal e profissional esse ano?

Eu pretendo deixar o blog cada dia mais profissional e trabalhar por mais tempo como ilustradora freelancer, realmente amo as duas coisas e tenho orgulho de fazê-las. Se alguém quiser uma ilustra aliás, é só clicar lá em Contato.

9- Qual é sua frase favorita?

Eu gosto das frases de uma música do Renato Russo, acho que tem muito a ver comigo.

“Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade, tudo está perdido, mas existem possibilidades.”

10- Qual conselho você daria para quem está começando agora no mundo dos blogs?

Daria mais de um, acho que buscar a originalidade é o ideal, sem tentar fazer variações do que já existe, seja você mesma. Já ouvi muita gente pensar que se parece muito com alguém e copiar tudo que outra pessoa fez, não faça isso, é feio! Se sinta bem e tenha fé que você pode criar conteúdo relevante para o seu blog, escreva com o coração. Mais um coisa, sei que no começo dá um desespero e pensamos que estamos falando sozinhas, calma, vai dar tudo certo, não implore likes, divulgue de maneiras saudáveis que no final leitores de verdade vão aparecer.

11- No que os blogs que você indicam tem em comum?

Donas lindas e amorosas, que vão responder minha tag alegremente (?).

 Coisas de AlexiaDreams in ParisO maravilhoso mundo de CamilaCansei de ser NerdDe Lacinho

 

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26 de out 2014

3

3
Nome: Eleanor&Park
Autor: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
I.S.B.N: 9788542801255
Páginas: 328

Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Atribuí: 4

Eleanor&Park de passa em 1986, tem várias referências da tv, cinema, livros e principalmente musicas dos anos 60, 70 e 80. Adoro livros em que a história se passa antes da era tecnológica, sem celular e computador, era tudo muito mais complicado e ao mesmo tempo, simples.
O livro me capturou na primeira página. Não sei como eles conseguiram esse feito, mas fiquei tão curiosa que não conseguia parar.
Logo de cara o que acontece no livro é um falso desinteresse de um personagem pelo outro e a minha vontade de que isso mudasse era tanta que ficava gritando mentalmente “-VAI, FAZ ALGUMA COISA”. Mas o ritmo do livro foi perfeito, mantendo paralelamente o link entre o romance, o bullying e a violência doméstica. Cheguei a imaginar e desejar que alguém o transformasse num filme, queria absorver o máximo possível da essência desse livro e dos dois personagens que, pela primeira vez, eu gostei por igual e não mais de um que de outro.

1

Essa é a minha Blythe, que tem um nome para cada cor de olhos, por conta de suas personalidades multiplas. Essa é a Lily.

A história me fez também entender um pouco sobre violência doméstica, mas a minha opinião não muda, por mais medo e coação que a vítima sofra, ainda sou a favor da denúncia. No caso da mãe de Eleanor, acredito que o problema tenha sido o medo de ficar sozinha, de não conseguir sustentar os filhos ou talvez tenha simplesmente amado demais e cegamente o primeiro cara que lhe deu atenção depois que seu marido a abandonou.

O livro é muito bonito, o design da capa super clean e a diagramação interna muito bem feita, tamanho da fonte e espaçamento muitos bons, deixando a leitura bem leve.

Encontrei alguns errinhos (letras faltando, etc), faltou um pouco de atenção na revisão, mas nada que interferisse na história.

2

Recomendo com vigor o livro, ele é lindo demais para não se ler, não achei meloso, na verdade é bem triste. Se eu tivesse que encolher, o sentimento desse livro seria esperança, a mesma a que Eleanor se agarrou desde o ínicio.

Pretende ler? Já leu? Me conta!

 

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Postado por:
Carla Nascimento

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