31 de dez 2014

Depois de um tempão sem postar nada do Rotaroots, aqui estou eu. Apesar de achar que todo mundo está de saco cheio de retrospectivas, acredito que esse seja o melhor jeito de aceitar de uma vez que o ano acabou e que não há mais nada que possamos fazer a respeito, hahahaha. É a mesma sensação de terminar de ler um livro de auto-ajuda, viramos a ultima página achando que, agora, vai ser tudo diferente, e até acreditamos nos primeiros dias, depois esquecemos.

Então vamos lá, uma foto por mês (cada uma de um tamanho :x), esse foi meu 2014.

Janeiro

Itanhaém

Fevereiro

Ano Novo Chinês na Liberdade

Março

Um mês para rir muito com as amigas e chorar muito com os golpes que a vida dá

Abril

O mês em que a aquarela começou <3

Maio

O mês em que quase fiquei louca com os trabalhos

Junho

Um mês do universo retribuindo esforços

Julho

Mês cheio de piercings e sakuras <3

Agosto

Minha primeira Bienal, mês cheio de livros. Esse também foi o mês em que comecei com os looks ilustrados. <3

Setembro

O mês que os projetos fotográficos me pegaram

Outubro

Enquanto filmávamos o trailer acabamos no Holi

Novembro

Processed with VSCOcam with f2 preset

O mês da franjinha

Dezembro

SAMSUNG CSC

A última foto era para ser a última selfie do ano, mas não estou com paciência para arrumar meu cabelo agora, hahaha, portanto vai ser essa que eu tirei na exposição da Mafalda.

Muito obrigada por acompanhar o blog esse ano, sem vocês nada do que aconteceu por aqui seria possível e espero que continuem comigo em 2015.

Feliz ano novo!

 

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30 de dez 2014

Olá, pessoal!

Quando comecei a pensar sobre o que escrever no último post do ano, decidi que seria algo feliz, mas não feliz fairy-tale-feliz, um feliz esperançoso. Decidi também que não escolheria vários filmes pro post, mas somente um, para assim conseguir discorrer mais sobre o tema. A dúvida sobre qual filme escolher pairou por alguns dias e só porque esse foi escolhido, embora não saiba se seja o mais apropriado para passar a mensagem que eu queria. Sem delongas, vamos lá:

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin D’Amélie Poulain, 2001) é um dos inúmeros filmes não-hollywoodianos que valem a pena assistir e os motivos são muitos. A começar pela própria Amélie, ela é, como eu gosto de dizer, peculiar. A identificação por ela é quase instantânea porque, assim como nós, ela é cheia de manias, como colocar a mão em um saco de grãos, e é uma sonhadora, que acredita em contos de fadas e finais felizes.

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Amélie não deseja mudar o mundo, mas tenta ao máximo com tudo que pode ao seu redor, e quando digo mudar, não significa modificar algo que ela não aprova, mas melhorar; ela conta histórias mirabolantes para unir duas pessoas da lanchonete que frequenta, o freguês assíduo e a vendedora de tabaco. Quando ela consegue fazer com que os dois criam coragem para assumirem um ao outro o quanto se gostam, Amélie sorri. Não comenta, só sorri. Acredito que nós não precisamos de reconhecimento para fazer o bem, para dar um empurrãozinho naqueles que conseguiriam eventualmente, alcançar seus objetivos.

O que eu mais gosto do filme e de Amélie é que ela acredita em histórias de amor, mas não fica parada esperando o príncipe encantado. Aliás, ela nem procura um, ela faz de um cara tão ordinário quanto ela ser interessante. Todos nós temos manias, afinal, – o de Nino era varrer embaixo da cabine de fotos a procura de papéis rasgados – e só precisamos encontrar alguém que as aceite. O mesmo vale pros defeitos (podemos ficar horas debatendo se manias são consideradas defeitos, mas outro dia, quem sabe?)

Ao encontrar quem a interesse e intrigue, Amélie começa sua jornada para conquista-lo, ela faz jogos na lindíssima Paris com fotos para que ele também a descubra. Isso também a faz criar coragem para se apresentar propriamente. É uma delícia ver Nino todo curioso e a criatividade de Amélie para instigar a imaginação dele.

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O filme tem uma jogada de câmera onde ela olha diretamente pro espectador e sorri, de forma que viramos cúmplices de suas aventuras. A narrativa também ajuda, e muito, a nossa empatia com Amélie. Ela faz travessuras no apartamento do dono da quitanda e nós não a culpamos, seja porque também faríamos o mesmo, seja porque ela é tão encantadora que não conseguimos julgá-la.

O filme tem um nome pretensioso, mas ao final do filme você percebe o quão fabuloso realmente o destino dela é. O mais fabuloso é perceber que o destino de Amélie foi conquistado por ela mesma e é essa a mensagem que quero deixar nesse final de ano: corra atrás do seu destino. O problema não é acreditar em conto de fadas, não é ter um sonho “impossível”; é impor barreiras para que nada de incrível aconteça na sua vida. Então, gente, pra quem precisa de um ponto de partida, 2015 tá aí novinho em folha para conquistar todas as suas metas. Vamos lá!

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Despeço-me de vocês e volto ano que vem se a Carla assim desejar!

Ótimas festas, pessoal!

Beijos e até 2015!

 

 

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29 de dez 2014

Esse foi o ano das desilusões com minhas séries antigas, larguei Supernatural, depois de vários anos acompanhando e uma paixão pelo Dean e relaxei com The big bang theory, The Vampire Diaries e The mentalist (apesar de ter me recuperado depois).

Mesmo assim, não fiquei parada, conheci nesse período algumas séries não tão famosas e dei continuidade a algumas que comecei ano passado, bem legais e gostaria de compartilhar com vocês.

Unforgettable

unforgettable
Em Unforgetabble conhecemos Carrie, que tem uma super memória. Não como uma super heroína, é um caso clinico super raro, ela não consegue se esquecer de nada (quem assistia House deve ter visto um caso parecido), o que para uma policial pode ser uma mão na roda.

Essa série já foi cancelada, quebrou alguns corações, mas como já estou acostumada com cancelamentos das minhas séries (Ainda me parte o coração terem cancelado Flash Forward </3 ), resolvi assistir mesmo assim.

The Killing

the killing

Na verdade não conheci esse ano, mas só agora consegui terminar de assistir todas as temporadas. The killing é MUITO bom, essa série eu recomendo com todas as forças para quem gosta de suspense. Foi encerrada agora, na terceira temporada, mas eu gostei do final, então ok. <3

Under the dome

under the dome

Essa eu já indiquei bastante, tem suspense, a primeira temporada praticamente te impossibilita de fazer qualquer coisa antes de terminar de assistir, hahahaha. Baseada num livro do Stephen King já se pode esperar piração, super indico Under the dome. Fora que tem Rachelle Lefevre e Mike Vogel.<3

Orange is the new black

orange is the new black
Foi tanta propaganda que até deu raiva, confesso que não gosto da protagonista, mas continuei assistindo pelos personagens secundários que são incríveis e cheios de conflitos. <3

How to get away with murder

how to get away with muder
Meu amigo me fez ver essa, realmente muito boa. Suspense também, não consegui parar de assistir até terminar a primeira temporada. Cheia de cenas quentes, principalmente entre gays (ô gente linda, omg), se preparem.

Dance Academy

dance academy
Essa eu só vi a primeira temporada por enquanto, enquanto ainda estava com netflix e apesar de parecer bobinha é bem legal. Indico para quem gostar de dança (Aquele japa ali em cima me encantou). <3

Já conheciam essas séries? tem alguma nova para me indicar?

 

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