18 de set 2015

Hoje vim falar de um dos stands mais legais que visitei na Beauty Fair. Quanto mais explicavam sobre a nova linha de cachos, mais eu ficava animada, preciso mostrar para vocês.

O diferencial foi realmente o foco nos cachos, mostrando realmente coisas que eu conhecia e termos com os quais já me acostumei, devido aos grupos de cacheadas no facebook. Os cremes de pentear foram divididos por tipos de cabelos crespos e cacheados.
O ‘Cacho dos sonhos‘ para cachos de 2abc-3a, ‘Crespo Divino‘ para 3b-3c e ‘Crespíssimo Poderoso‘ para 4abc. Tem também um creme para dar um jeito nos day after, que pode ser usado dos tipos 2 à 4.

E tem a opção de misturar com a gelatina da marca, para modelar os cachos – ainda não testei, mas seria o próximo item que eu compraria.

A marca também pensou em quem faz Low ou no poo – que resumindo é diminuir a quantidade de agentes químicos usados em shampoo e produtos que produzem espuma.

Eu recebi o kit abaixo na Beauty Fair e tenho testado ultimamente. Como estou em transição capilar, meu cabelo aparenta estar entre 2a e 3b, após texturização, mas naturalmente ele é 3b-3c.

Esse creme é super consistente e ainda assim, depois que meu cabelo secou, ficou super leve. Portanto, o cabelo não perde o volume natural. Troquei o creme de pentear que estava usando por ele.

na embalagem mostra como identificar seu tipo


O Multy serve como pré-shampoo, condicionador, co-wash e creme para pentear. De cara foi o que me impressionou, a versatilidade, mas até então, só testei como pré-shampoo.

Ainda não me habituei a low poo, tenho a impressão que quando meu cabelo natural estiver todo de volta  os resultados podem ser melhores com esse tipo de técnica.

Os dois vidrinhos menores, são ideais para levar na bolsa, no caso de emergências cabelísticas, hahaha.


Óleo de argan sempre válido para separar os cachos, sem quebrar os fios.

A linha tô de cacho tem também pentes com dentes largos, perfeito para os nossos cabelos. <3

Espero que tenham gostado do post. Me contem o que vocês costumam usar nos cabelos. :D

 

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15 de set 2015

Olá, pessoal,

Fiz um post com a dica de uma leitora (obrigada, Bela). Ela sugeriu filme sobre diários e, nossa, vocês já repararam na quantidade que tem? A grande maioria (se não todos) que eu pesquisei são baseados em livros. Faz mais sentido, né? Livros em forma de diário têm o intuito de aproximar o leitor do narrador, tornando-os cúmplices das histórias que se seguirão. Sem contar as modificações entre as adaptações, acho que, em um contexto geral, essa relação leitor-narrador funcionou bem nas telas. Depois vocês me dizem o que acharam.

O Diário de Bridget Jones

Não poderia começar com outro a não ser O Diário de Bridget Jones. Baseado na obra de Helen Fielding, o filme de 2001 é um clássico das comédias românticas. A história é, claro, sobre Bridget, uma repórter de trinta e dois anos que passa por diversas confusões envolvendo álcool, comida, cigarro, amigos e homens. Eu não consigo dizer o quanto amo o filme e o trio Renée Zellweger, Hugh Grant e Colin Firth. Adoro também a continuação e há rumores de um terceiro vindo por aí. Fiquem ligados!

Diário de um Adolescente

Diário de um Adolescente é de 1995 e mostra o Leonardo DiCaprio bebê. Ok, exagero, mas ele tá bem criança. O filme é dois anos antes de Titanic, para vocês terem uma ideia. Baseado no livro de Jim Carroll, que ajudou no roteiro, DiCaprio interpreta Jim, um jogador de basquete que se afunda (trocadilho sem graça) no mundo das drogas e as consequências que ele enfrenta.

O Diário da Princesa

Meu favorito dessa lista inteira é O Diário da Princesa, de 2002. Baseado na série de livros da Meg Cabot, o filme conta a história de Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que é princesa de Genovia e que precisa aprender a se portar como tal. A Anne Hathaway tá divertidíssima no papel, assim como a Julie Andrews como avó dela. Para quem conhece, os próprios livros comentam sobre o filme, já que existem modificações gigantescas (a Mia no livro é loura, por exemplo, e sua avó não é nada legal). Recomendo os dois!

Diário de uma paixão

Para os fãs de Nicholas Sparks, não podia deixar de faltar o, talvez, mais famoso dele. Diário de uma paixão, de 2004, tem uma história clichê. Ela é rica; ele, apenas um operário. Os dois se apaixonam no verão, causando conflitos na família dela. Os dois se separam, ele vai para a guerra. Já deu para entender, né? Mesmo sendo bem clichê, o filme é um espetáculo. O casal, Rachel McAdams e Ryan Gosling, tem uma ótima química e até se casaram na época.

Diário de um banana

E por último, o mais recente dessa lista, é Diário de um Banana. O primeiro filme dessa série é de 2010. O diário é de Jeff, um menino de 13 anos que não é nada popular na escola. Como quase todo mundo dessa idade, ele reclama do inferno que é a escola e as convenções sociais que ele é obrigado a enfrentar. Tanto o livro quanto o filme fazem muito sucesso, o livro tem uns sete volumes (senão mais) e o filme já tem mais duas continuações. Pode parecer bem infantil ambas as versões, mas são super engraçados, vale a pena para passar o tempo.

É isso, pessoal. Adorei fazer essa lista e amei o tema. Se vocês tiverem ideia de temas, por favor, não se calem!

Um beijo e até a próxima!

 

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14 de set 2015

editado

Quando você é mulher, desde pequena se acostuma a esperar que os homens te machuquem e enganem. Isso não é preconceito contra eles, é apenas a realidade.
Nos ensinam a nos esconder, fechar as pernas e abaixar a cabeça, para que não atraiamos a atenção dos homens.
Pelo menos comigo foi assim e eu não entendia o porque, sempre estava por perto lá pelo meus 6 anos, adorava observar meu pai jogando dominó no quintal com os amigos e como era filha única e gostava muito de conversar, puxava conversa com qualquer um. Eu nem via a diferenciação entre homens e mulheres e o perigo, mas meus pais viam e por isso, nada me aconteceu ali, mesmo com uns 30 amigos do meus pai, sempre em casa. Deve ser por isso que eu nunca tive medo, na verdade, eu não sei porque. Mas esse medo que as mulheres assumem ter dos homens, eu não sinto com frequência, eu sinto raiva, sinto vontade de revidar qualquer palavra e ação que me machuque. Mesmo assim, algumas vezes, me calo, não conto coisas que aconteceram a todos e uso a desculpa de que não quero me lembrar. Mas também não esqueço.
Algumas vezes eu mesma protejo meu agressor e não entendo o porquê. Como quando não contei que um “parente” por associação, tentou me agarrar várias vezes e deitar na cama comigo quando eu tinha 14 anos (consegui me soltar e sair do lugar, desde então procuro me manter afastada, porque ele ainda está na família).
Como dias atrás, que não contei que um homem enfiou o dedo na minha bunda na lotação, porque ele tinha algum tipo de deficiência física que não reconheci (talvez um derrame, não sei).
Como as vezes em que caras me encurralaram no acento da janela do ônibus e me olham sem a menor discrição, de cima a baixo, como se estivessem arrancando minhas roupa e toda dignidade a qual tento segurar nas mãos fechadas de raiva, isso sempre acontece, sempre.
As vezes essas pessoas se desculpam. Mas eu simplesmente não consigo reconhecem essa palavra como apropriada para a situação. Desculpar pelo que? Fingir que você não teve a intenção de violar o meu corpo para suprir a sua necessidade irracional?
Porque me desculpe você, querido, se você não é capaz de “conter seus instintos sexuais irrefreáveis” deveria estar numa jaula, para o bem de mulheres, homens e objetos.

A única vez em que resolvi falar algo, foi quando tirei uma foto de um cara que estava me fotografando no trem e postei no facebook. Apesar de ter o apoio de algumas mulheres, os homens em minha vida, trataram o assunto com desdém e desconfiança.
Agora me diz, em quem eu posso confiar?
Quando minha família e amigos, não acredita ou trata com normalidade casos de abuso? Poderia ser pior. Sim, e é, para muitas mulheres.
É mais fácil ensinar as mulheres que elas devem ter medo, que precisam aprender a se comportar perante os homens. Porque não ensinar os meninos, desde pequenos, que os homens não são criaturas superiores, de sexualidade livre que tem que ter seus desejos prontamente atendidos pode desestabilizar a sociedade moldada a vontade deles. Os machos alfa, ah, onde estaríamos sem eles.

Eu não quero mais me esconder, mas também não queria precisar sair de casa pronta pra guerra. Assim como queria não precisar ficar calada e deixar meus agressores anônimos, para não ser taxada de “A garota maligna que estragou a vida de todos, por uma coisa que pode ter entendido errado”.
Eu não entendi errado e aquilo que senti nessas ocasiões – que me recordo tão bem, pois elas continuam a se repetir, nunca vão permitir que eu perdoe totalmente.
Foi por essas e outras situações que tatuei “Never Forget” no meu pulso. Nunca vou esquecer e é até melhor assim.
Quem perdoa e aquiesce, tem paz por alguns momentos, mas dá espaço para que uma vida de dor na alma.

 

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