14 de jun 2018

Hello!

Estou um pouco atrasada com as postagens de Bullet Journal por aqui, acredite, eu sei, hahaha, me culpo bastante quando não posto aqui no blog, mas sempre volto.

Se preparem, que tem tanta foto, tanta foto que recomendo fazerem um alongamento nos dedos pra rolar até o fim com maior conforto, hahaha.

Pois bem, muito mudou desde a última vez e eu acho que  principal é: Mudei de caderno!

“Abandonei” o caderno anterior, guardei ele, com todas as anotações, desenhos e lembranças e comecei um novo. Expliquei melhor no vídeo, mas queria recomeçar de forma mais clean, me identificar mais com o caderno, etc.

Vou mostrar um pouco do caderno novo, a marca dele é Lemome, é um caderno vegano com folhas de papel reciclado e capa de couro. As páginas tem 100g, são numeradas, um pouco amareladas, pontinhos claros, capa super flexível, duas fitinhas divisórias.

Como são muitas fotos, clique no leia mais

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06 de jun 2018

Nós medimos o crescimento pela altura, as vezes pela largura ou volume, contamos anos, medidas, contamos nos dedos, tempos musicais, contamos passos, quilômetros rodados, pontos, estações de metrô, metros² e então quando não basta, contamos histórias, cliques, minutos em vídeo, horas no cinema.

As coisas mais importantes não conseguimos contar, quantos suspiros de antecipação, quantas vezes o coração apertou, a barriga ou as mãos gelaram, quantas vezes fechamos os olhos e respiramos fundo. Não consigo medir o quanto cresci no último ano, a ponto de sentir a necessidade de contar constantemente o quanto mudei. Uma nova pessoa nasceu a qual estou sendo apresentada agora e eu mal reconheço a que ficou pra trás.

Foi tão surreal que nem consigo explicar suficientemente bem para quem ainda não passou por isso ficar preparado. As pessoas fazem cartas pra seus eu de 10 anos atrás, para quando eram adolescentes, eu quero pra Carla do ano passado e dizer que não vai ficar tudo bem ou mais fácil, mas pra aguentar firme.

Eu não sabia que a ansiedade e a desesperança iam me afastar de escrever, logo eu, que sempre escrevi atoa desde pequena, inventava histórias, começava livros. Sempre foi tão natural, que não pensei que pudesse sumir. Minhas prioridades assumiram o controle da minha vida e a preocupação me criou uma pessoa cautelosa, assustada, a vida me ensinou a não me mostrar pro mundo, a temer a sinceridade pra me proteger, a ser menos expansiva.

Ser adulto é solitário. Você não está sozinho, mas tudo sempre depende apenas de você. Em quem você confia, com quem você se envolve, o que tem que ser feito.
Quanto sobrou do que era antes?

Macacão: Costureira Camisa: Guarda roupa da tia Cinto: Mãe Bota: Urban Flowers Mochila: Oumai

As fotos do post foram tiradas pela Marilda Sousa (@sousasfotografia)

 

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