10 de ago 2020
Duas vezes a @calmadoroteia

Menina, que coisa louca!

Voltei agora para o blog e quase que não consigo fazer esse post, o WordPress atualizou e fiquei perdidinha no novo esquema de blocos, surra de tecnologia na cara, enfim, oi.

Quem diria que essa sequência de tombos, mais conhecida como 2020, nos traria aqui, essas são minhas bandeirinhas. Se você me acompanha no Instagram já as conhece, abri o @faltouacucaratelier para vender minhas artes.

Comecei a pintar Ecobags com pets e logo passei pra flâmulas, pois amo ideias criativas de decoração.

Escolhi pets porque é uma das formas de amor mais puros e duradouros, nós amamos ver nossos cães, gatos, coelhos, hamsters e afins representados e tenho amado pintá-los.

Ver as mudanças de expressão em cada pet, as personalidades e o carinho que cada dono tem com eles, me faz muito feliz. Assim como quando sei que é um presente para alguém, porque também é algo que eu amaria ganhar.

Assim como na foto anterior, uma bandeirinha presente e outra pra sí <3

Houveram outras coisas que me aventurei a fazer nesse período de isolamento social, que acabaram virando produtos do atelier também e vou mostrar nos próximos posts, assim como, pretendo também dar umas dicas de filmes e séries, que ninguém é só trabalho, hahaha.

Encerro com a foto da Paciência, nossa cachorra, que alias, não foi própriamente apresentada aqui, mas tem no insta e vídeo no canal, hein.

LINK DO INSTAGRAM PARA COMPRAR
FLÂMULA OU ECOBAG PINTADA A MÃO PERSONALIZADA
Só clicar: @faltouacucaratelier

 

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27 de abr 2020

Há muito tempo não me deixo expressar sentimento por certas coisas. Coisas que aprecio e amo, que sinto mais do que todo o resto das coisas, mas não deixo sair. Não sei explicar de outra forma que não poesia, é abstrato, como se cada uma dessas coisas formasse a melodia de uma canção que não pode ser cantada. Um segredo, que todo mundo sabe, mas quase ninguém diz.
Alguns momentos, ações e lugares despertam essas coisas, como o vento batendo nas árvores, um elogio despropositado, a expressão em conjunto de um movimento que ninguém planejou, a música certa quecomeçar a tocar no momento certo, ou girar, descalça, num vestido bordado.
Não falo porque não tem volta, não pode ser retirado ou desmentido, eu vou saber. Uma vez contato, tudo pode danificar, distorcer, transformar em feio. Uma vez manchada uma tela em branco, ainda que pintemos por cima da cor original, ela não é a mesma.
Mas quem diabos quer uma sala cheia de objetos imaculados, sem uso ou propósito. Não eu, não mais. E se o destino for o ridículo, que seja.

 

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26 de abr 2020

Tem sido cada dia mais difícil conviver com a incerteza, ou melhor, conviver com a certeza do incerto. Nada de tranquilizador pode vir de uma certeza.

É o silencio antes da catástrofe, aquela pausa pra se pensar que está quieto demais.

Há muitos anos os pensamentos já não me invadiam antes do sono, não havia tempo a ser gasto com isso. Dormir era uma transação que precisava ser efetuada pra manter o funcionamento da firma, rolar na cama não cabia.

São 4 da manhã e parece corriqueiro estar escrevendo um texto e pensando se alguém se preocupará em lê-lo.
Quando todos os dias se tornaram Sábado, as datas perderam o sentido, sendo lembradas apenas para lamentar um boleto ou aniversário à não ser comemorado. Me pego começando a duvidar se aqueles de quem discordo não estão certos, se o que vai nos restar será o bastante.
Hoje me perguntaram se eu gosto de quem eu sou, respondi que sim, mas que gostaria de ter feito mais coisas. Quase que imediatamente percebi que tendo feito mais, feito outras coisas, também seria outra pessoa, meu molde já seria outro. E já não tenho como saber se gostaria desse eu.

Buscamos em testes e mapas, migalhas de pão que nos digam o caminho de onde viemos, pra pensar então qual direção devemos tomar, esses por sua vez foram desenhados por babuínos cegos loucos de ácido ou impressos em borra de chá, mas a sugestão do acaso ainda é mais reconfortante do que a decisão crua de nossas mentes.
O que eu faço? Devo? Qual o risco? Vale a pena?
Silêncio

 

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