10 de nov 2015

Olá, pessoal,

Final do semestre é uma coisa, né? A gente procrastina até onde dá, mas chega uma hora que a água bate vocês sabem onde. Nesses momentos, a gente costuma ficar meio louco (eu pelo menos, confessem vocês também). Inspirada nisso, selecionei alguns filmes de psicopatas/serial killers. E A INSPIRAÇÃO ACABA AÍ! Não mato ninguém nos meus finais de semestres, okay? Para não me comprometer mais, vamos à lista!

Psicose

Para começar, o clássico de Hitchcock, Psicose, de 1960, que apresenta o tão conhecido Norman Bates. Ele toma conta do hotel da família, lugar onde a protagonista, Marion, passa a noite. Parece muito redundante comentar sobre um clássico como esse: todo mundo sabe que Norman tem uma relação bem doentia com a mãe. Essa relação é explorada na série Bates Motel, embora eu não tenha gostado dos primeiros episódios, é interessante a ideia. Fica a dica aí.

O Silêncio dos Inocentes

Outro clássico é O Silêncio dos Inocentes, de 1991, que mostra uma agente se consultando com um psicopata que está preso por canibalismo para ajudá-la em uma série de assassinatos. Os diálogos entre os dois são riquíssimos e Hannibal é extremamente assustador. Esse filme ganhou o Oscar de melhor filme no ano e originou diversos outros com o Hannibal, embora nenhum deles seja na pele do Anthony Hopkins. Para quem se interessa por séries também, recentemente foi (injustamente) cancelada a série chamada Hannibal.

Jogos Mortais

Quem não conhece a frase: “I want to play a game”? Jigsaw é o responsável por grande parte das armadilhas mais inteligentes que vimos no cinema. Ele é um cara super inteligente que tem um câncer, então ele decide criar armadilhas para pessoas que não valorizam a saúde que têm. Ao todo são sete filmes, o primeiro foi lançado em 2004 e o último em 2010 e, embora os últimos percam a qualidade, ainda recomendo a série inteira.

Zodiac

O serial killer não aparece no filme, então vai a foto dessas lindezas.

Zodiac, de 2007, mostra uma história real de um serial killer que enviava cartas codificadas para jornais locais relevando suas vítimas e a possibilidade de descobrirem sua identidade. Várias pessoas do jornal se mobilizam para decifrar as mensagens para evitar novos assassinatos, o que torna o personagem de Jake Gyllenhaal totalmente obsessivo pelo caso.

Seven

Achei mais bonito colocar o Brad Pitt aqui.

E pra terminar, Seven – Os sete crimes capitais, de 1995, que mostra um serial killer que mata suas vítimas de acordo com os sete pecados capitais. As mortes são bem pesadas e o final, surpreendente. Eu não quero contar spoiler de nenhuma das mortes, então corram para assistir a esse filme!

Como vocês podem perceber, deixei de lado os clássicos filmes de serial killer como Jason, Freddy Krueger, etc. Foi proposital. Meu intuito era mostrar filmes que explorassem mais o lado psicológico e não só assassinatos frenéticos, mas se vocês quiserem, faço um post com eles também.

Por enquanto é só, pessoal. Vou mergulhar nos trabalhos porque não tá fácil pra ninguém!

Beijos!

 

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27 de out 2015

Olá, pessoal!

Acredito que a maioria de vocês sabe, mas nesse final de semana foi o ENEM e as redes sociais foram ao delírio quando descobriram o tema desse ano: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira. A proposta incluía diversos textos com dados estatísticos sobre as ocorrências de violência contra a mulher na última década e pedia, como proposta, uma intervenção para isso. Esse ano o feminismo ganhou muita forma e força, o que gerou grandes conflitos não só entre homens e mulheres, mas entre nós, mulheres, também. Selecionei alguns filmes que retratam diversos tipos de violência com mulheres, mas cuidado que alguns deles têm spoilers.

Thelma e Louise

Para começar, não poderia deixar de citar Thelma e Louise, filme de 1991 com Geena Davis e Susan Sarandon nos papéis principais. As duas são amigas que decidem viajar e, durante a viagem, Thelma é quase violentada. O quase é porque Louise chegou a tempo e atira no cara antes de algo mais grave acontecer. As duas passam a ser procuradas pela polícia, mas mesmo assim, elas não se arrependem. Vou deixar uma fala da Thelma aqui e espero que vocês assistam a esse filme o mais rápido possível: “minha vida estaria muito mais arruinada que agora. Só que agora tô me divertindo.” (tradução livre)

Doce vingança

Doce Vingança, de 2010, é um filme de terror/suspense bem tenso. Uma escritora se isola em uma cabana a fim de escrever seu livro e várias pessoas da redondeza se aproveitam por ela estar sozinha. Ela passa por várias humilhações de vários aspectos e quase não escapa viva. Ao escapar, ela planeja a vingança de todos que participaram dos abusos cometidos. Não recomendo o filme para quem não gosta de assistir torturas (como eu), pois digamos que ela é bem criativa com as vinganças. Para quem se interesse, esse filme ainda tem mais duas continuações.

Ensaio sobre a Cegueira

A história vocês conhecem, não? Ensaio sobre a cegueira é o filme de 2008 baseado na obra de José Saramago e retrata uma cegueira imediata que atinge todo mundo, com exceção de uma mulher interpretada pela Julianne Moore. Como ação desesperada do governo, as pessoas foram afastadas e colocadas em quarentena, de forma que passam a viver institivamente, criando suas próprias regras de sobrevivência. O que poderia ser uma vantagem, acaba sendo um fardo para a mulher, pois ela presencia em silêncio todas as barbáries desse novo estilo de vida: o sem regras. As atrocidades são impulsionas principalmente por causa do personagem interpretado pelo Gael Garcia Bernal, que abusa das mulheres de todas as formas possíveis. O filme é um soco no estômago, mas necessário para entender os limites (ou a falta de) do ser humano.

Tess

Tess – Uma lição de vida também é um filme baseado em um romance, dessa vez de Thomas Hardy. O filme foi dirigido por Roman Polanski em 1979 e mostra a mudança na vida de Tess, filha de um trabalhador rural,  ao descobrir um parentesco de uma família nobre, os D’Urberville. Tess estão é enviada por sua família para visitar um primo, que a seduz e abusa dela. Eu não quero contar o final, então vou terminar por aqui. É importante pensar no filme não só como romance histórico, mas transpassando para a nossa sociedade. Tess sofre muito pelas convenções da sociedade do século XVIII, embora infelizmente ela sofreria os mesmos julgamentos no século atual.

A proposta do ENEM não poderia ter vindo numa melhor hora, pois mostra que o espaço que as mulheres querem conquistar não é modinha, não é femismo, não é frescura; é pertinente, é necessidade, é direito. As mulheres dos filmes que citei acima conseguiram suas devidas justiças de maneira extrema e eu espero viver me um mundo onde ninguém seja obrigado a passar por isso, onde os homens consigam respeitar nossa causa e as mulheres, se engrandecerem!

Vou parafrasear os lindos memes que surgiram no domingo e dizer que: machistas não passarão. No vestibular e nem na vida.

Beijos e até a próxima!

 

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13 de out 2015

Olá, pessoal!

Para quem não sabe, dia 15 desse mês é dia do professor. Para quem também não sabe, eu sou professora. Nada mais justo, então, do post da vez ser sobre essa profissão tão linda e tão menosprezada.

Sociedade dos Poetas Mortos

Começo com o talvez mais famoso do tema, Sociedade dos Poetas Mortos, de 1989, onde Robin Willians é o novo professor de literatura de um colégio tradicional. Mesmo com as restrições da escola, ele quebra diversas convenções e leciona mais descontraidamente, a começar com o primeiro dia, que pede aos alunos para rasgaram a primeira página dos seus livros. Ele os ensina a ideia do carpe diem, o “aproveite o dia”. Muitos de vocês já devem ter assistido a esse filme na escola porque ele é realmente motivacional, tanto para os alunos quanto para os professores. Se ainda não assistiram, corram!

Escola de Rock

Escola de Rock, de 2003, mostra Jack Black como um professor de música. Na verdade, ele aceita o emprego por causa de dívidas para pagar após ser demitido de sua banda. O problema é que a escola que ele começou a dar aulas é bem rigorosa, o que entra em conflito com seus métodos pouco tradicionais. Além das aulas que fogem do padrão da escola, ele se junta escondido com alguns alunos para montar uma banda. Vocês conhecem o Jack Black, o filme é bem descontraído e pode arrancar algumas risadas.

Professora sem classe

De 2011, foi a vez de Cameron Diaz em Professora sem classe. Dessa vez, não são os alunos os desinteressados, mas a professora. Elizabeth parou de lecionar porque ia se casar com um cara rico, mas teve que voltar ao trabalho quando foi abandonada por ele. Percebam, então, como ela estava motivada: dormia e bebia durante as aulas, sem preocupação nenhuma. A motivação vem quando ela se interessa pelo novo professor, que é rico. Vou usar a mesma frase ali de cima: vocês conhecem a Cameron Diaz, já sabe o que esperar do filme.

O Substituto

Também de 2011, O Substituto é Adrien Brody e, gente, vocês sabem o que é professor substituto, né? Já é difícil gostar dos professores efetivos, imagina desses? Seu personagem, Henry, prefere dar aula como substituto para não se apegar aos alunos. No entanto, esse quadro muda quando começa a trabalhar em uma escola pública e se depara com alunos desinteressados e professores que não se importam com a situação. Embora ele tente fazer diferente, os alunos já acomodaram. Parece verídico, fala sério? Assistam ao filme porque Adrian Brody sempre manda bem nas atuações!

Ao Mestre com carinho

Termino minha lista com outro que talvez seja bem famoso pela temática, Ao mestre com carinho é de 1967 e retrata um engenheiro que começa a dar aula na falta de outro emprego. Ele tem muitas dificuldades para lecionar por ser negro e seus alunos serem em grande maioria brancos. Não só por isso, todos são bem hostis com ele no começo, quebrando cadeiras e desrespeitando-o durante a aula; só ao longo do ano que eles passam a admirar o professor. O filme tem uma música famosa de mesmo título que é cantada por uma aluna no final, como despedida (meio spoiler). Vou deixar a música aqui embaixo:

Todos os filmes que eu mencionei acima, de modo geral, relatam o trabalho árduo de ser professor e a falta de reconhecimento. Felizmente, nesses filmes, em algum momento, os alunos percebem sua importância. Eu espero que vocês reflitam sobre aquele professor que vocês dizem não odiar, naquele professor que se esforça, mas não é levado a sério. Esse post tem direito a mensagenzinha reflexiva porque, gente, educar não é nada fácil.

Um beijo e até a próxima!

 

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