20 de ago 2015

trocolikes

Ok, esse post é importante! Não só para fazer com que seu blog cresça, mas para que ele cresça sem que você precise ser chato pra caramba. Não seje spamzero.

O que é Spam?
Spam é um termo de origem inglesa cujo significado designa uma mensagem eletrônica recebida mas não solicitada pelo usuário.

Fazer spam é muito chato, as vezes quando as pessoas estão começando não percebem como o desespero é irritante, então vou listar algumas formas mega irritantes de spam geralmente feitos por pessoas de blogs e lojas iniciantes:

  • Por inbox no facebook, dm no twitter e outras redes;
  • Marcações no facebook e twitter;
  • Nos comentários de postagens no facebook;
  • Nos comentários de fotos no instagram;
  • Nos comentários de vídeos do youtube;
  • Janelas do Whats, etc.

Uma coisa é avisar que tem post novo no seu blog, que você lançou algum conteúdo que pode interessar as pessoas, outra é obrigar as pessoas a responderem e irem conferir o seu conteúdo. É extremamente irritante.

Uma coisa muito importante: Ter noção da realidade e senso comum.

Divulgação entre amigos/companheiros de trabalho, escola, faculdade.

Muita gente não divulga o conteúdo que produz no próprio perfil, as vezes por vergonha, as vezes porque pensa que as pessoas conhecidas não se interessariam, o que pode ser um erro. Essa pessoas também consomem conteúdo da internet, porque não o seu? Elas podem te ajudar bastante no começo.

Divulgação em grupos

Também pode acontecer o contrário, algumas pessoas só divulgam para as pessoas conhecidas e esquecem de mostrar pro resto do mundo seus posts lindos, feitos com tanto carinho. :D

Há muitos grupos de divulgação do facebook, alguns deles tem uma interação bacana e trazem muito  mais gente para olhar as postagens, do que os em que você simplesmente vai lá e joga o link.

Comentários em outros blogs

Quando se busca aumentar o público do blog, o mais importante não é o número de curtidas, como algumas pessoas e lojas pensam erroneamente. O público apresenta muito mais retorno e interação.

Comentar em outros blogs ajuda muito nesse ponto, pois não só a pessoa que é dona, mas também o público dela, pode se interessar pela forma como você interage e visitar o seu blog.

Adendo: Comentar e deixar o seu link não significa colocar todos os link da sua vida, como: youtube, blog, twitter, instagram, fanpage, pinterest, tumblr, email… Uma linha de assunto e 10 links não constam ponto positivo pra você com ninguém.

Dica: Geralmente blogs que tem a opção de adicionar nome/link/email no formulário de comentários, já deixam o seu nome clicável redirecionando direto para o blog.

Produção de conteúdo de interesse geral

Buscar conteúdo de interesse a muitas pessoas, como por exemplo tutoriais, DIY (Do it Yourself), posts de viagens, freebies, etc, costumam atrair mais atenção. Eu quero dizer com isso que várias pessoas podem encontrá-los sem nem mesmo conhecer seu blog anteriormente, nas pesquisas do google, por exemplo.

Produção de conteúdo exclusivo e relevante

Produzir o próprio conteúdo conta vários pontos, não é muito legal visitar um blog e ter a impressão que você já leu aquele post. Tente imprimir a sua personalidade nas postagens, o seu jeito, nem sempre escrever formalmente o tempo todo é o ideal, depende da pegada do blog.

Pense se você gostaria de ler sobre aquele assunto em algum blog, se você iria gostar daquele conteúdo visualmente, o que você comentária, se coloque no lugar do leitor. Seu público pode ser um reflexo seu.

Se puder produza suas próprias fotos, se não, busque fotografias de uso livre (esse post pode ajudar). O mesmo para gifs e ilustrações, sempre produza ou use as livres (desde que você coloque os créditos a pessoa que fez).

Sorteios

Apesar de ter grande alcance, não são o melhor meio de divulgação, mais pessoas terem acesso ao seu trabalho, mas muitas delas só estão interessadas no prêmio e se tornam “números fantasmas” em nossas redes.

Interação

Sua interação em redes sociais pode te trazer leitores/seguidores também. Conheci muitas pessoas em grupos de interação, que tenho um super carinho. Acesso o blog delas e sei que elas acessam o meu.

O mais legal disso tudo é que essa relação não é forçada, não é um troca de acessos por puro interesse, nós nos gostamos e respeitamos o trabalho um dos outros, são os melhores leitores fieis.

O que é leitor fiel? 

É aquele que volta, que está sempre acessando, comentando e curtindo as postagens, principalmente os que interagem com as publicações.

Ter uma relação mais próxima com os leitores ajuda muito a torná-lo fiel, as vezes as pessoas se identificam com você a ponto de quererem se tornar amigas. Quem nunca se sentiu assim a respeito de alguém que acompanha?  Eu sempre.

Dica: O snapchat ajuda bastante nisso!

Espero que tenham gostado do post e que ele ajude vocês. Caso tenha esquecido algo, me lembrem nos comentários que adiciono depois. Beijo.

 

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02 de ago 2015

interrog
Há vários posts pela internet com o ponto de vista técnico Blogspot x WordPress, neles vocês podem conferir as funcionalidades de cada um e por vezes coisas que vocês podem nunca nem precisar na vida. Vou dar as minhas impressões das redes, pois passei por cada uma delas e como foi trabalhar com cada uma. E esse é o segundo ‘Quero ter um blog, e agora?’

No começo eu tinha Tumblr, uns 4 ou 5 na verdade, e era super divertido, reblogar enlouquecidamente, editar as fotos de artistas e postar, fora os textos super emotivos, que afinal não tinha problema em postar, porque era um ninguém é de ninguém inacreditável e tudo era reblogado, quase ninguém presta atenção de onde veio o que.
Foi lá que eu comecei a fuçar os themes e entender um pouquinho de html, trocando as imagens e posição das coisinhas nos themes free, que depois descobri, que eram compartilhados por blogueiras migas de hoje (Bruna, Simone, Aninha, etc <3)

Larguei o Tumblr e só depois de alguns anos criei o blog no Blogspot, eu lembrava pouca coisa da época nos meus primeiros blogs – onde eu falava sozinha a maior parte do tempo, mas foi super fácil me encontrar ali.
Ter Blogspot é como morar com os pais depois de adulto, você trabalha, estuda e ajuda com uma coisa aqui e outra ali, na no fundo eles ainda administram a casa. Quando você parte para o WordPress, logo de cara você tem aquele baque: OMG, eu tenho que fazer tudo sozinha, mas como? E depois com o tempo você se acostuma a ser “adultinho”.

Blogspot


Considero a plataforma mais fácil e acessível. O que eu mais gostava era essa liberdade de poder trocar o tema quando quisesse, pois você pode editá-lo livremente, sem nenhum custo, ainda que nem tudo possa ser feito, em termos de codificação.
Meu incomodo era a parte das coisas que eu não conseguia fazer com meu layout no blogger (ex: formulário de contato/ formulário de comentários, divisão das categorias, etc), não ter o domínio .com e as pessoas dizendo que WordPress é mais profissional.

Pois bem, comprei o domínio e continuei dando jeitinhos no meu layout, na época eu não encontrava ninguém que fizesse só a codificação do meu blog, porque eu já tinha modelos de layout na cabeça, só não sabia executar. Foi nessa época que teve todo aquele rolo do “golpe” que eu contei aqui pelo blog uma época e que não vem ao caso do momento – não quero ficar lembrando das desgraças.

Quando finalmente a Ana encontrou na minha vida para salvar a pátria e fomos pro WordPress.

Pontos negativos
– Uma coisa que não concordo no blogger é o sistema de contagem de views, todo errado que nos ilude, por favor, usem o Analytics, clique nesse post para saber mais.
– As imagens geralmente perdem a qualidade no blogger, hospede no Flickr e use o link para colocá-las nos posts.

WordPress


Logo que cheguei no WordPress, fiquei perdida. Hoje não consigo entender o porque, ele é bem intuitivo, tudo que você precisa esta a disposição. Claro que nesse caso estou falando dele instalado no servidor, já não tenho mais o ponto de vista dele gratuito. O que mais me incomoda é não poder interagir com o layout diretamente na plataforma, quando quero trocar algo, tenho que ir no cpanel ou pedir ajuda da Ana.
Os plugins que tanto falam que vão fazer diferença na nossa vida e que não vamos mais ter problema com nada, não são bem assim. Eles deixam o blog bem mais pesado e a dica é tentar fazer o máximo possível sem utilizá-los.
Uma coisa que gostei bastante foi poder separar os usuários por perfil, os colaboradores do blog, cada um tem seu login, senha e sua área de postagem, sem invadir o do coleguinha (dá pra fazer isso no blogger? eu acho que não, mas não confirmei).
De dividir os ícones de categorias e poder personalizar cada página de uma forma, são muitas possibilidades. Realmente foi onde pude ter tudo do jeitinho que eu queria e me senti livre para trabalhar.

Como fiz a transferência de todos os posts, comentários e fotos do Blogspot para o WordPress?

Bom, eu já havia testado 3 vezes e errado, então na vez final acabou de não deu tão errado quanto poderia.

Alguns pontos para ficar atento ao tentar exportar conteúdo:
– Para começar, você precisa se conscientizar que o sistema de tags/categorias dos dois sites é diferente, então muito provavelmente, se você adora pro tags nos posts, vai dar trabalho para reduzi-las e adicionar novas nos posts pelo WordPress.
– Segundo ponto, por favor se certifique antes da transferência que o tema que esta atualmente no seu blog não está programado para imagens pequenas, pois isso pode ferrar todas as imagens do seu blog e você ter que exportar tuudo de novo (procure nas configurações do wordpress e altere antes de começar).
– Terceiro, em algumas das vezes que fiz a exportação, meus posts vieram sem os links (não sei o que houve, mas na última vez deu certo sozinho – boa sorte!)
– Quarta coisa, muito provavelmente os espaços entre imagens e textos vão sumir, vai ficar tudo grudado e você vai ter que arrumar tudo manualmente (sim, passei por isso chorand sangue, mas arrumei tudo em dois dias, hahaha)
– Os comentários dos posts vão normalmente, os das páginas, como por exemplo ‘sobre’ e ‘blog’ não vão (não sei quando ao disqus e facebook, não usava na época).

Eu não mudaria o modo como fiz as coisas, se quer minha opinião, a melhor plataforma para começar é o Blogspot, você aprende muito com ele e com esforço e pesquisa, além da interação com outros blogs. Hoje há bem mais pessoas que vendem layouts e grupos para tirar dúvidas no Facebook do que antes. Fora que é gratuito, não cai (bom, quase nunca), não dá dor de cabeça. Eu voltaria? Bom, não, pois já investi muito no meu blog no WordPress e me acostumei com como as coisas são. Confesso que realmente me sinto mais profissional do que na época do blogger, mas isso se deve mais a dedicação do que a própria plataforma, apesar de ter ajudado muito na minha organização e comprometimento. Algumas pessoas começam no wordpress e continuam lá pra sempre, outras mudam pro blogger, outras começam e nunca saem do blogger, fique onde se sentir mais confortável, onde você achar que está atendendo suas necessidades atuais e seja feliz.

Quais são os passos para mudar?

  • Arrume um layout legal: Se você tiver um designer responsável, que te ajude a se perder menos, melhor – Recomendo a Aninha, que é meu anjo da guarda blogueiro. Recomendo fazer isso primeiro porque além da ajudinha do designer, tem o tempo de produção de tudo.
  • Compre um domínio (geralmente é anual) – Recomendo Registrobr, comprei de um totalmente aleatório e me ferrei (nunca contratem Advencehost).
  • Contrate uma hospedagem – A minha atual é a Prelude, acho ótima (já caiu algumas vezes, mas sempre correm atrás e respondem logo)
  • Instale o WordPress
  • Exporte o conteúdo de um blog para o outro.
  • Feche o blog anterior.
  • Conserte o que der errado.

Seja feliz! Pelo menos foi o que fiz. :D
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27 de jul 2015

queroterumblog1 Muita gente vem fazer orçamento de ilustração comigo e pede minha opinião para uma série de coisas relacionadas a blogs, principalmente os iniciantes. Alguns em dúvida de qual nome colocar no blog/canal, outros mostram os futuros layouts e pedem dicas, indicações de onde comprar domínio, hospedagem e layouts mais em conta, entre outras coisas. Há muitos posts como esse na internet, motivo pelo qual relutei em postar – esse estava salvo aqui a meses – Foi por isso que eu decidi começar essa série de posts, que vai se chamar “Quero ter um blog, e agora?“. Não chega a ser um guia oficial para nada, eu mesma sou perdida, mas espero ajudá-los um pouco. Nesse primeiro post vou falar sobre nomes! O que o nome precisa ser: Fácil de lembrar e falar! Imagina que chato você querer acessar aquele blog que você adorou e não conseguir se lembrar do nome.

Como ter ideias para nomes:

A primeira coisa que você tem que pensar é sobre o que vai ser o seu blog. Um diário pessoal, moda, livros, fotografia, quais assuntos serão tratados no mesmo, mesmo que nem tudo esteja escolhido ainda.

Em seguida pense na sua personalidade, seus gostos, sentimentos, ideais, o jeito que se expressa e se comporta. Pense em como você leva a sua vida, no que você e seus amigos pensam sobre você.

Tem que pensar também a longo prazo, você não sabe o que o seu blog pode virar futuramente, então já se prepare.

Pensando em tudo isso, você vai escrever uma lista (Campo Associativo), começando por uma palavra que você goste e adicionando palavras associadas na ordem que você for lembrando e no final marcar as melhores para usar em uma frase ou no nome. Exemplo: Blog blogueira look do dia moda roupas sapatos marcas resenha livros marca páginas

Você pode usar também uma expressão, por exemplo “E ai, beleza?”, que tem o plus de ser extremamente memorizável.

Quando você já tiver uma lista de nomes possíveis, vá testando para saber se eles já existem e como a url vai ficar. Não basta olhar no wordpress ou no blogspot, jogue no google mesmo. Exemplo: Você escreveu o nome Luba Leia para o seu blog, que gera uma certa cacofonia e na url forma outra palavra. www.lubaleia.com

Vale lembrar que acentos e cedilhas não aparecem na url (coisa que eu ignorei ao criar meu blog, por motivos de, gostei do nome, dane-se).

Outro toque importante: Tentem não fazer o nome muito semelhante ao de blogs já existentes.

– Mas Carla hoje em dia tem muito blog;

– Nada se cria, tudo se copia;

– Não significa que a pessoa copiou.

Gente, as vezes é muito na cara, todo mundo percebe e isso não pega muito bem para a imagem do blog, se estou falando não é por mal. Bom, é isso, espero que tenha ajudado. Se você já criou seu blog, me conte como foi o processo de escolha do nome. <3

 

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