31 de mar 2015

Olá, pessoal!

Informo a todos que vou pro Japão no final dessa semana. Vou tirar duas semanas para visitar parente, conhecer pontos turísticos, comprar e tirar muitas fotos. Então, imediatamente pensei em um post sobre filmes de viagens! Pensei em qualquer tipo de viagem na verdade, mas a que mais me deixa feliz é aquela que nós fazemos com o intuito de nos descobrir.

Diários de Motocicleta

Diarios de motocicleta top filme de calatorie 17

“Diários de Motocicleta”, de 2003, relata as viagens que Che Guevara fez com Alberto Granado pela América do Sul. Durante a viagem, eles se deparam com um mundo desconhecido, de uma classe pobre e injustiçada, transformando assim a mente do ícone marxista e do seu amigo. Esse não é o filme mais recomendável para conhecer a história do Che, mas a fotografia do filme é lindíssima e explora bem os países que estão perto da gente. O filme foi baseado nos relatos individuais dos dois e foi dirigido pelo brasileiro Walter Salles.

Na Natureza Selvagem

O filme “Na Natureza Selvagem”, de 2007, é baseado na história real de Christopher McCandless, recém formado da faculdade e frustrado com a vida. A fim de procurar pela sua liberdade, ele decide doar tudo que tem e viajar pelos Estados Unidos. Após dois anos viajando pelo país, ele programa uma viagem para o Alasca, para definitivamente ficar sem contato com o mundo capitalista e com as pessoas ambiciosas. A trilha sonora do filme é um show à parte, toda composta pelo Eddie Vedder, vale a pena dar uma conferida.

O Amor não tira Férias

Para eu não citar só filmes “depressivos” (aka que mostram como a nossa sociedade é ruim), escolhi “O Amor não tira Férias”, de 2006. O elenco é lindíssimo: Kate Winslet, Jack Black, Jude Law e Cameron Diaz. O filme mostra aqueles sites onde você pode trocar de casa com alguém de outro país (para quem não conhece, isso realmente existe, várias pessoas fizeram isso na época da Copa. No filme, Kate e Cameron trocam de casas após decepções amorosas. Uma em Los Angeles e outra em Londres, ambas conhecem novos caras e bem, já sabem, né?

Comer, amar e Rezar

EAT PRAY LOVE

Outro filme de mulheres a procura de um recomeço é “Comer, rezar e amar”, de 2010. Também baseado em uma história real, dessa vez o filme é sobre Elizabeth Gilbert que, após se divorciar, se aventura ao redor do mundo (mais especificamente Itália, Índia e Indonésia). Como o nome do livro diz, ela conhece a gastronomia da Itália, começa a rezar na Índia e encontra um novo amor na Indonésia. Esse também é um daqueles filmes que vale assistir pela fotografia desses pontos turísticos, além de ser bem inspirador!

Up – Uma Aventura nas Alturas

Para finalizar, escolhi um filme que a Carla adora e já apareceu bastante por aqui no blog: “Up”, de 2009. Deixei esse filme pro final para mostrar que não precisa ser jovem para recomeçar,  Olha que clichê afinal, Carl tem 78 anos. Ele decide fazer uma última viagem em sua própria casa com vários balões rumo ao Chile porque sua casa seria demolida por estar localizada onde desejam construir um edifício. Carl pensou que seria uma viagem tranquila, mas não esperava pela companhia de Russell, um escoteiro de oito anos. O resto é só fofurice, né, gente? Adoro o Doug! Quem ainda não viu, corre!!!

É isso aí, pessoal! Vale lembrar que não importa para onde você vá, tirar umas férias da rotina renova as energias! Já tô pensando em várias fotos para mostrar aqui para vocês! Me desejem boa viagem e até a volta!

Beijos!

 

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06 de mar 2015

 

TALKSHOW3

Oi seus lindo! Essa é a primeira entrevista do blog e convidei a Aninha (Ana Flávia Cador) do blog Madly Luv pra conversar. Não preciso nem falar que é uma super querida, já apareceu antes aqui nos looks ilustrados, blog day e foi quem programou tudo que cê tá vendo. Amei as respostas dela e espero realmente que vocês também amem e sem preguiça de ler, faz favor!

A Ana é formada em Design Gráfico na Universidade Federal de Goias e tem o blog a 7 anos. Pra quem não sabe, no blog ela trata de assuntos variados, fotografia, inspiração, livros, mulherzices, mas principalmente, design. Explorando bastante a profissão e realmente oferecendo auxílio a galera que está meio perdida (tipo eu :) ), fora que também tem os Extras, uma área no lotada de tutoriais pra te socorrer.
Clique no ler mais para carregar a entrevista!  :D

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15 de jan 2015

Oie, gente! Hoje vim contar como aproveitei meu intercâmbio em Malta para conhecer outros países europeus, indo durante os finais de semana, para não perder aulas.

Aaaah Barcelona <3

Como já contei antes, um dos motivos de ter escolhido estudar em Malta foi para tentar dar um pulinho na Itália durante a minha estadia por lá, pois há muitos anos eu sonhava em ver um jogo da Internazionale di Milano no Giuseppe Meazza (sim, gosto de futebol, e sim, sou torcedora da Inter).

Bem, acontece que eu já estava em Malta há um mês e ninguém parecia interessado em me acompanhar em uma viagem até a Itália, não para Milão pelo menos…E eu não estava com muita coragem de viajar sozinha para lá. Por Malta ser uma ilha, a única forma de visitar os outros países europeus é através de avião, ou você pode ir até a Sicília na Itália de navio (cerca de €120,00 ida e volta na alta temporada e €70,00 na baixa temporada).

Sem companhia para ir até a Itália e sem coragem para ir sozinha, aceitei o convite de um amigo brasileiro que conheci em Malta, para ir até Barcelona. As passagens para a Espanha são geralmente beeeem baratas nas companhias low cost (baixo custo). Aqui no Brasil não temos esse tipo de companhia de avião, mas na Europa existem algumas, duas bem conhecidas são a Ryanair e a EasyJet. A EasyJet infelizmente parou de operar em Malta no meio do ano passado, então me restava a Ryanair. E encontrei neles passagens de ida e volta para Barcelona por lindos 47 Euros. Sim, por cerca de 150 dilmas eu fui e voltei pra Espanha de avião.

Plaza Espanya

COMPANHIAS LOW COST
Algumas pessoas não gostam de companhias low cost por alguns motivos:

  • Aviões sem muito conforto (como eu sou baixa e magra, o espaço entre as poltronas dificilmente me incomoda)
  • Você só pode levar uma mala de mão sem pagar taxas extras – Se quiser despachar uma mala provavelmente pagará uma taxa que talvez fizesse ter valido a pena ir por uma companhia normal.
  • Aeroportos longe do centro – geralmente elas operam em aeroportos mais afastados do centro da cidade, o que pode dar uma dor de cabeça danada pra você caso não se atente a isso e calcule preço de táxi, ônibus, metrô, etc…

Valeu a pena ir viajar com eles mesmo com esses contras? Sim, muito! Na aterrissagem, a Raynair toca uma espécie de musiquinha comemorativa, tipo aquelas músicas que tocam quando você passa de fase no videogame, sabe? Achava muito divertido, até porque quando o avião aterrissa a sensação pra mim é de “sobrevivi meudeuus!”, então era como passar de fase mesmo.

A incrível Sagrada Família por dentro

VIAJANDO PELA EUROPA
Eu nunca tive a miníma vontade de conhecer a Espanha. Zero mesmo. Por dois motivos: 1 – Não sabia a lindeza que esse país é, 2 – Sempre soube que eles A-D-O-R-A-M barrar mulheres brasileiras na imigração. Sério, índices altíssimos. Mas como eu entrei na Europa pela Holanda, e lá eles carimbaram meu passaporte como turista, eu poderia viajar pela União Européia por 3 meses. Teoricamente eles não te fazem passar novamente pela imigração durante esse período…E de fato, na Espanha desembarcamos e não havia ninguém para olhar passaportes ou algo assim, por ser um voo que vinha de outro país europeu eles não conferem nada.

HOSPEDAGEM
Optamos por nos hospedar em um hostel, que encontramos no HostelWorld, pagando cerca de 12 euros a diária. Muito barato, né? Foi a primeira experiência que tive num hostel e atendeu bem às expectativas. Como ficávamos o dia tooodo andando e de noite em barzinhos/pubs, só usávamos o hostel pra dormir (pouquíssimas horas), banho e café da manhã e para isso ele é suficiente e a relação custo x benefício é perfeita. Mas pesquisamos bastante antes de escolher um. Barcelona tem muitos hostels, e por isso é bom analisar bem as avaliações que outros viajantes fizeram sobre o estabelecimento, principalmente com relação a limpeza do lugar e localização dele (se é de fácil acesso aos pontos turísticos, metrô, etc.).

Como te llamas? haha Lojinha que ficava em frente ao hostel

Para esse post não ficar gigante, no próximo conto o que visitar em Barcelona em tão pouco tempo, como eu fiz! E o custo dos demais gastos por lá. Se você tiver alguma dúvida/curiosidade sobre hostel, passagens, etc., é só perguntar nos comentários que eu respondo!

See you!

 

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