28 de fev 2018

Sempre que começo a escrever um post de look penso “Vou tentar focar no look dessa vez”, mas as reflexões girando na minha cabeça não permitem, espero que vocês gostem dos textões que saem por aqui.

Eu fiquei ruiva, pintei todo o cabelo dessa vez, não só as pontas, coisa que não tive coragem de fazer nem quanto cortei o cabelo curtinho depois do big chop. O cabelo sempre foi um ponto crítico na minha auto estima, quando criança ele vivia preso em tranças, na adolescência quando não consegui “dar um jeito” nele, sofri corte químico e comecei a alisar e depois de anos me machucando (literalmente) no processo, cortei para tirar a química. Fazem poucos meses desde comecei a me sentir bem comigo mesma.

Nunca tive vontade de ser ruiva, na adolescência pensei em mechas vermelhas, mas hoje detesto essa cor nos meus cabelos, quando a ideia do laranjinha surgiu (sementinha plantada pela Bruna Vieira), decidi em poucos dias que era realmente o que eu queria. O que me surpreende é que as primeiras coisas que me preocuparam quando tomei essa decisão foram o que iriam dizer.

Não que iam me achar feia dessa vez, mas que iriam dizer que eu estava parecida com outras blogueiras ruivas cacheadas ou que marcas talvez não me achassem adequada para seus produtos. Minhas inseguranças foram transferidas, o que demonstra que eu sei o que eu quero, mas não faço ideia do que o mundo a minha volta quer. Então fiz a escolha que me pareceu mais assertiva, que foi fazer exatamente aquilo que eu queria fazer.

Porque não tenho como adivinhar, mesmo tentando bastante, comparando situações alheias, o que pode acontecer. Se eu não fizer nada, como Dori, analisou muito bem em Procurando Nemo, nada acontece. Dessa forma pelo menos tem algo ótimo pra me distrair dos problemas, meu cabelo está laranja e eu me sinto maravilhosa!

Essas fotos foram tiradas em um dia em que tudo estava dando errado, então Simone (fiel escudeira do Agridoce Cereja, que tirou essas fotos) e eu pegamos uma rota alternativa até o Beco do Batman e mergulhamos nas cores. Poderíamos ter ido pra casa, mas escolhemos fazer algo!

Estou vestindo nesse look uma camisa jeans como saia, pois na hora de sair de casa, não consegui conversar com minhas saias, então ao invés de reclamar que “não tenho roupas _o_” quando claramente tenho, dei um jeito.

Blusa: Ganhei de presente da Jacque Saia camisa: Guarda roupa da tia Bota: Urban Flowers

Para esse look escolhi o colar Apanhador dos sonhos do Joias Boz, um anel que não dá pra ver muito bem, mas mostro em outro look com mais detalhes e a pulseirinha de olhos gregos que esta sempre comigo.

Look Ilustrado

 

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25 de fev 2018

Sempre quis tocar um instrumento, mas por muito tempo não tive condições financeira, nem para adquirir o instrumento nem para pagar aulas, vocês sabem como é, a vida aconteceu e outras prioridades acabaram ficando no caminho. Quando tive dinheiro para isso, não tive tempo e continuava não tendo quem me ensinasse, esse ano resolvi acabar com as desculpas, pesquisei qual instrumento dos meus preferidos seria mais fácil aprender a tocar com o auxílio da internet.  Acabei decidindo pelo Ukê, menos cordas, mais fácil de carregar e definitivamente muito simpático, tanto em aparência quanto em melodia.

Fiquei muito em dúvida quanto a qual comprar, afinal não podia bancar o mais caro, porém de melhor qualidade e não queria comprar o mais barato de todos, pois ouvi avisos quanto a sonoridade. Já tinha visto um em uma loja pequena aqui na cidade, mas achei que eles não teriam muitas opções e que na empolgação, eu acabaria comprando uma marca inferior só para ter logo o instrumento em mãos. Resolvi que seria na internet mesmo, muito mais lojas, possibilidade de pesquisar a reputação da loja, da marca, os modelos, reviews e opiniões.

Os Ukuleles são divididos em algumas categorias  (Soprano, Concerto, Tenor e Baritono) de acordo com tamanho, timbre e outras coisas muito mais complicadas que não sei explicar.

Escolhi um Concerto (o médio), 23k da Tagima. Achei o melhor custo benefício, até porque ele já vem com cordas Aquila, não precisei trocar. Comprei pela Americanas, da loja Cifras Music, foi entregue tudo certinho, fiquei com bastante medo de quebrar e etc, mas não, chegou bem embalado e todo montado. Custou R$258,00

Estou praticando algumas vezes por semana, uso principalmente canais no youtube (Amo o da Elise Ecklund) e o site Cifras Club.

Bom gente, é isso, espero que vocês tenham gostado, se tiver alguma dúvida e achar que posso ajudar, deixe um comentário, beijo beijo.

 

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16 de jan 2018

Engraçado que a essa altura não sei se quem me acompanha aqui no blog são as mesmas pessoas que me acompanham no canal, mas de qualquer forma, filmei partes da viagem e vlog sairão por lá, porém, algumas coisas não contei por lá, especificidades e coisas que achei que poderiam gerar confusão.

Essa viagem para Ubatuba só aconteceu porque outra viagem deu errado, aquela que comentei tantas vezes no instagram e canal, para Pernambuco. Originalmente só minha mãe iria para Pernambuco visitar a família, eram as férias dela, depois de 3 anos, ver no que podia ajudar com os problemas de saúde, entre outras coisas, mas ela quis que eu fosse, então comecei a pesquisar passagens.

Junto conosco iriam também minha tia e primo que vivem em São Paulo, as passagens para 30 de Dezembro foram compradas em Setembro, pela minha tia mesmo, já que usamos o cartão dela para pagar e ela conseguia achar passagens baratas que não apareciam para mim. Parecia estar tudo certo, mas quando fui verificar, já na semana da partida (Era dia 26 de Dezembro), percebi que as passagens foram compradas invertidas, ao invés de São Paulo > Recife, Recife> São Paulo.

Resumindo o resumo: Cancelamos as passagens, porque tão em cima já não valia mais a pena tentar, ninguém chegava a um acordo.

Passamos o ano novo em casa, o que acho um pouco triste, mas consegui fechar uma estadia mega barata em Ubatuba, numa kitnet legal, pra salvar pelo menos um pouquinho das férias da minha mãe. Leitores antigos e fieis se lembrarão que já fui lá uma vez visitar a Camila Nogueira, minha amiga do cabelo colorido. Graças a Camila e a família dela, essa viagem foi muito enriquecedora. ♥

Mas vamos começar pelo começo!

Quando penso em como foi complicado chegar lá fico impressionada por ter feito isso, mas ainda assim, satisfeita com o resultado. Moro em Cotia, então para chegar lá peguei, um uber até o centro de Cotia, um até o Butantã, metro até o Tietê (fui pro lado errado claro, tive que voltar), um ônibus de viagem até Caraguatatuba e um de lá outro para Maranduba em Ubatuba, onde ficamos. Sai de casa 8 da manhã e chegamos as 18:00 lá, por conta do transito. A mala estava pesadíssima porque levamos até coberta e travesseiros, fora roupa para as duas, viajar é perrengue mas dá gosto de fazer.

A Camila e o André (namorado dela) foram nos buscar de bike na chuva no último ponto de ônibus e andamos até a pousada.

Surpresa! Pontinha que balança, cabos de aço porém madeira podre.

Parecia uma casinha de bonecas, ainda estou apaixonada.

Fomos a praia de Maranduba no dia seguinte, que é linda, porém pela alta concentração de pessoas, logo fica contaminada porque a natureza não tem tempo para se recuperar.

Ainda assim, mesmo não ficando tanto tempo na água, sentar na areia ou grama próximo a praia e aproveitar a maresia é uma delícia. ♥

Até o próximo post, beijos.

 

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