28 de jan 2014

Por parte da minha adolescência eu fui otimista, juro, esperava sempre coisas boas. Acreditava nas pessoas esperando o melhor delas. Uma sonhadora, porém não percebia como estava sendo ingênua.
Eu quebrei a cara, quebrei de novo e de novo. Quando imaginava as coisas que estavam por vir, eu tinha medo do quanto ia me machucar se não saísse pelo menos parecido com a forma que pensei.
Precisei de um trauma pra entender que as coisas nunca saem como a gente imagina.
Não vou contar o que aconteceu, mas foi tão oposto ao que eu esperava, que praticamente não teria sido capaz de imaginar.
Na época eu estava lendo ‘As crônicas de Nárnia’ e acabei caindo na parte do brejeiro (criaturas que se assemelham a espantalhos e são muito pessimistas), que previa destinos terríveis até para a menor das situações, pois segundo seu pensamento nada pior além do pior poderia acontecer.
Isso acendeu uma lâmpada na minha cabeça e até hoje para mim faz muito sentido.
Não fiquem chocados, eu explico o por quê.
A partir de um ponto da vida várias coisas começaram a dar errado pra mim e isso foi me deixando depressiva, então cada vez que eu esperava que algo bom fosse acontecer ou imaginava uma situação e na vida real não acontecia, eu ficava para baixo.
Nesse ponto você pode estar pensando, ‘Mas que frescura’ e alguns de vocês nunca entenderão mesmo. Praticar o pessimismo talvez tenha salvado minha vida.
Alternando momentos de alegria histérica e tristeza, eu consegui aos poucos encontrar meu equilíbrio.
Aprender a esperar pelo pior me preparou para as decepções e me ensinou ao mesmo tempo a dar valor as coisas boas.
Hoje em dia eu espero coisas boas para mim, mas asseguro de deixar a Carla pessimista já planejando o que fazer se tudo der errado.
Ps: Sei que algumas coisas que descrevi são sinais de bipolaridade, mas nunca fui ao psicólogo comprovar.

 

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15 de jan 2014

Com trabalho, faculdade, blog, prática de desenho, fotografia, amigos, três cães, um hamster e um namorado, mal tenho tempo para dormir e quem me dera ler.

Devido ao tamanho do livro nem sempre minhas bolsas suportam o peso de tudo que carrego, mas para facilitar a minha vida, comprei um Kindle.
O Kindle é basicamente um leitor de livros que possui os atributos que faltam nos livros de papel, portabilidade e adaptação. Ele possibilita que você baixe livros diretamente da Amazôn ou de seu computador, além de dividi-los em coleções, marcar página ou saber quantos % faltam para acabar o livro.
Os valores dos livros digitais são menores que os livros físicos e é possível encontrar muito livros compartilhados online (grátis). Ainda prefiro os de papel, mas como tenho o hábito de comprar livros que já li, não irá atrapalhar.

Ele vem assim, bem protegido.

Na caixa, além do próprio Kindle vem o cabo usb e um livrinho explicando os botões, o manual sobre ele de verdade vem dentro, em formato de livro.

Só para vocês terem uma ideia do tamanho.

Vantagens
Anti reflexos.
Muito leve.
Compartilhamento de livros grátis.
Bateria durável (geralmente um mês).
Armazena em média uns 1000 livros.
 
Desvantagens
O formato dos arquivos aceitos pela Amazôn é o mobi e apesar dos outros formatos serem adaptáveis as vezes dá problema com pdf.
Outros formatos que não mobi podem ser enviados para a Amazon por email e eles convertem pra você, o que a meu ver é muito trabalhoso. Você pode utilizar conversores online, mas não garanto nada, pois ainda não testei.
Não comprar tantos livros físicos para lotar sua estante.
Particularmente estou muito feliz com o meu e só de pensar que vou poder voltar a ler com frequência já fico ansiosa pelos próximos livros.
Fiz o post baseado na versão que comprei, as versões mais atuais possuem diferentes especificações, visitem o site da Amazôn caso queiram conhecê-las.
Quem estiver interessado em comprar e tiver alguma dúvida ou dicas de sites de compartilhamento de ebooks em mobi, deixe nos comentários.Link de onde eu comprei aqui
Quem tiver skoob pode adicionar aqui

 

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06 de jan 2014

Muitas pessoas passam boa parte da vida perseguindo seus sonhos, algumas desistem depois de alguns desvios da vida, assumindo que não daria certo mesmo. Outras conseguem realizar e logo em seguida já traçam seu próximo sonho, ou passam para o próximo sonho da lista.

Mas, quanto custa um sonho?
Dizer que o dinheiro não importa seria mentira, vivemos em um mundo capitalista em que por mais que o dinheiro corrompa é apreciado e nós acabamos por ver a palavra sonho vir a boca das pessoas por qualquer nova aquisição, que será esquecida após algum tempo de uso.
Não sei porque, eu sempre imaginei o sonho como uma coisa mística, provavelmente por causa dos contos de fadas e tomei muito cuidado para pensar o significado das coisas que queria, como aqueles desejos que você nem compartilha mas acorda todos os dias na esperança de que esteja seguindo em direção a eles.
Valorizem seus sonhos, melhor ainda se você souber esperar e não desistir de tentar alcançá-los. E se for realmente uma coisa boa para você, não vai se arrepender.
Ps: Perdoe a foto antiga

 

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