30 de out 2013

Eu pretendia ter feito mais posts de terror, mas infelizmente não pude. Então farei esse as pressas.

Há quem não considere o tema zumbis como terror e mesmo quem hoje em dia sonhe com um apocalipse. Isso devido ao grande número de séries, jogos, filmes e livros criados.
Assim como os vampiros, os zumbis foram popularizados, porém, a constante comparação com nossa realidade atual e a forma com que o “futuro apocalipse zumbi” é apresentado, nos faz questionar se o rumo que estamos tomando não seria o mesmo.
O Protocolo Bluehand – Zumbis

 

Estava louca por esse livro desde que fiquei sabendo do mesmo (ano passado), adiei por um tempo esperando que barateasse e acabei por comprar agora.
O Bluehand é um guia de sobrevivência contra zumbis, escrito pelos brasileiros Fábio Yabu, Alexandre Otoni e Deive Passos (A galera do jovem nerd que antes disso que também lançou o Protocolo Bluehand : Alienígenas e outros dois livros que podem ser encontrados na Nerdstore) e ilustrado pelo Márcio L. Castro.
O protocolo nos apresenta várias formas possíveis de contágio, e explica de onde o vírus poderia ter surgido. O livro trabalha a ideia de que o apocalipse zumbi já está rolando por debaixo dos panos e os governos abafam as notícias para não gerar o pânico e situações de estresse que podem levar a um surto.
Como não terminei de ler ainda, não contarei mais nada para que possam se surpreender, assim como eu, mas sei que tenho pela frente dicas de quais armas usar, quais os melhores lugares para me esconder e que rotas de fugas tomar.

Só comentando, o livro te ensina também como identificar zumbis em potencial, nem preciso dizer o quanto ri quando li que os publicitários estão entre os primeiros.

No hotsite do livro tem mais informações, além de 27 páginas do livro. Divirta-se!

ps: Tem Zombie Walk SP no sábado, quem vai?

 

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27 de ago 2013

Oi, o último livro que eu li foi: O futuro de nós dois (foto acima).
Acabei por me surpreender pois relutei em comprar, enquanto estava escolhendo na livraria, todas as sinopses que eu lia me pareciam muito fúteis.
E nossa, li em dois dias (um recorde em vista que estudo e trabalho) e agora estou com aquela sensação, sabe? De que eu não queria que ele tivesse acabado.

Sinopse: É 1996, e menos da metade dos alunos das escolas de ensino médio nos Estados Unidos já tinham usado a internet. Emma acaba de ganhar o primeiro computador e um CD-ROM da America Online de Josh, seu melhor amigo. E ao instalar o programa, logo no primeiro acesso, descobrem que acabam de entrar no Facebook, dali a quinze anos. Todos se perguntam como será o futuro. Josh e Emma estão prestes a descobrir…

As referências as coisas da época de minha infância/ pré adolescência me deixaram muito nostálgica e eu acabei percebendo que grande parte das coisas que eu gosto vem da década de 90, ou comecinho de 2000. Filmes, músicas, séries, não consigo me desligar. Me sinto tão mais confortável com coisas antigas que acabo querendo voltar para aquele tempo.
Era tudo tão mais simples, tudo tão fantástico, a descoberta da internet, os primeiro sinais de que a tecnologia avançava, disquete, cd, discman, imitações do gameboy, celular tijolão e bichinho virtual, nós achávamos o máximo ser possível tanta portabilidade.
Não sei se vocês já pararam pra pensar mas já estamos no futuro, aquele retratado nos filmes antigos com carros voadores e androides se misturando aos humanos, provavelmente a esperança deles era que até aqui já tivéssemos chegado nesse ponto. Isso demonstra bem ambição do ser humano.

Bom esse post foi basicamente um reflexão que surgiu com o livro e não uma resenha, mas ainda assim recomendo que leiam. Espero que não se revoltem com a Emma (ela é bem vaca), o Josh compensa.

Espero que tenham gostado, até o próximo post.

 

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