23 de ago 2015
 Nome: Eu odeio te amar
 Autor: Liliane Prata
 Editora: Gutenberg
 ISBN: 9788582352977
 Páginas: 240

 

 

Estava muito animada pra mostrar esse livro aqui no blog, desde que recebi da editora. Ele estreou agora em Agosto e veio cheio de amor – e ódio.

Preciso apresentar pra vocês minha amiga Débora. Na verdade, Débora é a personagem do livro, mas poderia bem ser mesmo amiga, me sinto incrivelmente próxima dela, cada vez que algo acontecia no livro, tinha vontade de enfiar meus braços pelas páginas e abraçá-la.

Débora acorda em seu dia de noiva, o dia de seu casamento, se sentindo péssima. Como isso é possível? Eu te respondo. Na noite anterior ela pegou o noivo a traindo, no escritório da empresa em que trabalha, com a irmã do sócio.

Ao invés de fazer um escândalo e interromper a cena (o que eu teria feito), ela sai de fininho para amargar sozinha a dor de ter sido traída. Agora, com todas suas certezas abaladas ela precisa tomar uma decisão.

Ainda no começo do livro ela decidiu continuar com o casamento e se vingar depois, é ai que a parte dramática, engraçada e caótica começa. A cruzada para encontrar um amante, sendo recém casada.

Nesse meio tempo, ela está começando em um novo emprego. Débora é recém formada em jornalismo e apesar de se decepcionar por não ter o trabalho nos sonhos, aceita trabalhar na revista ‘Joy’ para ganhar experiência (Quem nunca, não é mesmo?).

O livro tem uma interação bem legal com o digital, em vista que os personagem são super ligados nas redes sociais. Amei o fato de que as mensagens aparecem em balões característicos das redes, sejam elas no whats, facebook, email ou tinder (alias, rola uma imersão super divertida no Tinder).

A escrita é super descontraída, é como se estivéssemos lendo o diário de uma amiga, com seus pensamentos na integra. Além das divisões de capítulos normais, há esses títulos mega engraçados sempre que muda o dia ou o horário. A diagramação é bem legal, margem, fonte, espaçamento e cor da página bem agradáveis, tornaram a leitura leve e rápida.

Quanto mais o tempo passa, mais surtada Débora fica. Com um pé no chão e o outro na lua, ela muda de ideia mil vezes, sempre que a história está esfriando ela inventa algo novo para nos deixar angustiados, imaginando o que vai acontecer.

Isso foi o mais engraçado para mim, em um segundo tem certeza absoluta de algo, jura pra si mesma e quando percebemos, ela já fez algo ou desistiu.

Trecho do livro:
Como eu vou fazer, ainda não sei. Mas vou dar um jeito, ah se vou! Faço sexo neste fim de semana ou não me chamo Débora.

***

Estou pensando em mudar de nome, sinceramente. (…)

A capa ficou um charme e já conta uma história por sí só. Fiquei tentando decifrar por ela qual seria o final do livro, realmente não consegui prever o plot até que ele chegasse, agora chega, sem spoilers, LEIAM!

E as surpresas continuaram me pegando mesmo depois que terminei o livro. Quando fui pesquisar sobre a autora, descobri os outros livros dela e que na verdade a Débora era personagem da série ‘O diário de Débora’ – só que agora adulta. Quase não acreditei, pois a forma como o livro foi escrito, não deixou a desejar no aspecto detalhes, portanto, se você como eu não leu os outros livros, pode se jogar nesse tranquilamente. Caso queira a experiência completa procure pelos anteriores.

Outra surpresa foi o quão fofa a autora é, sério, vi alguns vídeos dela e super simpática, vale a pena acompanhar, então:

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Agora me contem, já foram traídas? O que fariam caso acontecesse na véspera do seu casamento?

 

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26 de jun 2015

Olá, vocês devem ter percebido minha ausência, espero, já que foi quase uma semana inteira, hahaha. Mas logo logo teremos novidades, vários posteres freebies e o sorteio que FINALMENTE vai sair, yay!

Essa postagem faz parte do Photobook project, que já existe a algum tempo, porém que só entrei recentemente. A proposta é fotografar um livro de acordo com o tema, o desse mês foi ‘Um livro romântico’ ou um romance que gostaríamos de viver, por conta do dia 12 de junho, dia dos namorados.
Enquanto tentava decidir qual livro escolher para esse post, percebi o quão trágica sou, meus casais favoritos passaram por tantas coisas terríveis que nem sempre seus finais foram felizes. Mas não dá para dizer que eles eram rasos ou que não foram amores épicos.
Assim que li jogos vorazes contei aqui no blog como me identifiquei com a Katniss e enquanto eu fuçava por Vampire Academy, Divergente e mais dois outros livros dos quais amo os casais, não encontrei nada tão profundo quanto o que eles viveram os livros, portanto, foi minha escolha.

Resolvi fotografar momentos essenciais dos livros e meus favoritos para Katniss e Peeta.

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Jogos vorazes é a única série de livros e filmes que realmente me agradam. <3

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Espero que tenham gostado e conheçam as outras participante do projeto.

 

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27 de mar 2015
 Nome: Cidades de Papel
 Autor: John Green
 Editora: Intrinseca
 ISBN: 978858057374-9
 Páginas: 368

 Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Atribuí:3 

Demorou mas finalmente me rendi a outro livro do John Green, apesar de não ter gostado muito dos outros dois. Comecei esse livro depois de ter visto o trailer do filme, fiquei bem curiosa e a história não me decepcionou. Perguntei em um grupo do Whatsapp – o do Lente Criativa – e as meninas me disseram que detestaram o final e que preferiam o ‘Quem é você, Alasca’ (para ler a resenha clique aqui), não concordo, realmente gostei desse livro. <3

Esse é o terceiro livro do John Green que leio e consegui ver várias semelhanças entre eles, como as formas que ele encontra de fazer suspense até o final, de explorar a natureza trágica dos personagens e o rush adolescente – a alegria da insensatez.

No livro temos Quentin é um nerd, amante da rotina e centrado pra caramba (como ele mesmo diz, por seus pais serem psicólogos), porém, Margo Roth Spiegelmant por quem é apaixonado desde pequeno acaba virando sua vida para direções que nunca tomaria sozinho.

– De perto tudo é mais feio. – disse ela.

– Não você. – respondi sem pensar.

Margo por sua vez tem uma personalidade épica, faz de cada cena de sua vida marcante, pelo menos isso é a visão que todos, mas com o tempo, conforme as peças vão se juntando e podemos ter uma ideia melhor de como sua mente funciona.

A presença da “Canção de mim mesmo” – de Walt Whitman – tornou o livro bem profundo, são tantas reflexões que comecei a pensar em minha própria vida, o poema tem esse poder, acaba se encaixando em tudo que vivemos e que poderíamos viver e passamos a encarar a tragédia como não uma coisa trágica em si, mas um fato inevitável, que temos de ligar.

[…]

Vadio uma jornada perpétua

Tudo segue e segue sem parar… nada se colapsa,
E morrer é diferente do que se imaginava, bem mais afortunado.

Se ninguém mais no mundo está ciente, fico contente. E se cada um e todos estão cientes, fico contente.

[…] 

Trecho da Canção de mim mesmo.

Realmente recomendo o livro, mas só porque o filme está para sair, mas porque realmente me prendeu, vou confessar e comecei vários livros com esperança de que um me pegasse, esse conseguiu logo nas primeiras páginas. :D

ps: O livro alimentou minha vontade de espalhar mapas cheios de pins pelo quarto.

ps2: Eu li pelo kindle, então não tenho muitas informações quanto a versão impressa, sorry.

ps3: Minha câmera quebrou, por isso dei uma sumida daqui, mas o problema já está sendo resolvido, depois conto para vocês como.

 

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Postado por:
Carla Nascimento

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