26 de out 2014

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Nome: Eleanor&Park
Autor: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
I.S.B.N: 9788542801255
Páginas: 328

Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Atribuí: 4

Eleanor&Park de passa em 1986, tem várias referências da tv, cinema, livros e principalmente musicas dos anos 60, 70 e 80. Adoro livros em que a história se passa antes da era tecnológica, sem celular e computador, era tudo muito mais complicado e ao mesmo tempo, simples.
O livro me capturou na primeira página. Não sei como eles conseguiram esse feito, mas fiquei tão curiosa que não conseguia parar.
Logo de cara o que acontece no livro é um falso desinteresse de um personagem pelo outro e a minha vontade de que isso mudasse era tanta que ficava gritando mentalmente “-VAI, FAZ ALGUMA COISA”. Mas o ritmo do livro foi perfeito, mantendo paralelamente o link entre o romance, o bullying e a violência doméstica. Cheguei a imaginar e desejar que alguém o transformasse num filme, queria absorver o máximo possível da essência desse livro e dos dois personagens que, pela primeira vez, eu gostei por igual e não mais de um que de outro.

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Essa é a minha Blythe, que tem um nome para cada cor de olhos, por conta de suas personalidades multiplas. Essa é a Lily.

A história me fez também entender um pouco sobre violência doméstica, mas a minha opinião não muda, por mais medo e coação que a vítima sofra, ainda sou a favor da denúncia. No caso da mãe de Eleanor, acredito que o problema tenha sido o medo de ficar sozinha, de não conseguir sustentar os filhos ou talvez tenha simplesmente amado demais e cegamente o primeiro cara que lhe deu atenção depois que seu marido a abandonou.

O livro é muito bonito, o design da capa super clean e a diagramação interna muito bem feita, tamanho da fonte e espaçamento muitos bons, deixando a leitura bem leve.

Encontrei alguns errinhos (letras faltando, etc), faltou um pouco de atenção na revisão, mas nada que interferisse na história.

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Recomendo com vigor o livro, ele é lindo demais para não se ler, não achei meloso, na verdade é bem triste. Se eu tivesse que encolher, o sentimento desse livro seria esperança, a mesma a que Eleanor se agarrou desde o ínicio.

Pretende ler? Já leu? Me conta!

 

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Postado por:
Carla Nascimento

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8 comentaram

07 de out 2014
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Prepare-se para ler minha resenha mais franca, hahah​a! Confesso que quando recebi esse livro da editora fiquei receosa.
Vampiros? Já fazia ​algum tempo que eu não lia livros ​​com a temática ​vampírica​. ​Depois de ​Crepúsculo, Vampire Academy e House of Night​,​ eu havia parado e vi com olhos preconceituosos meu novo livro. Eu adoro me enganar, porque a surpresa do livro ser bom quando você não espera, é maravilhosa!
O livro começa quase que timidamente e te arrasta para o meio do caos​​, quando percebi​,​ ​já ​estava louca e não conseguia parar de ler mais. Gostaria de ter lido antes para poder fazer a fã enlouquecida na Bienal, mas enfim, chega de chorar sob o leite derramado, vamos a história. Relaxem que os spoilers são leves e são tantas reviravoltas no livro que vocês nem vão se lembrar depois.
Título: Fortaleza Negra
Autor: Kel Costa
Editora: Jangada
ISBN: 9788564850699
Páginas: 424

Breve sinopse:  O mundo de Fortaleza Negra não é o que conhecemos: após a guerra fria​,​ ele foi dominado por vampiros que surgiram para por ordem no barraco, solicitaram a rendição dos lideres mundiais e reorganizaram a sociedade​.​ ​Os 5 vampiros mais antigos e poderosos, a realeza​,​ se ​colocaram no topo e reinaram​ ​soberanos​ a partir de então.

Certa paz se estendeu pelo mundo,​ pois nenhum crime era tolerado e em pouco tempo as transgressões pararam de ocorrer. O problema surge quando seres mitológicos, centauros e minotauros, começam a atacar os humanos, devastando e destruindo tudo que encontram.
A história gira em torno de Aleksandra Baker, uma adolescente de 17 anos, americana com descendência Russa, que tenta levar sua vida normalmente, apesar do toque de recolher e regras de segurança estabelecidas pelos vampiros. Seu pai, Jonathan Baker é um biólogo, que pesquisa uma forma de derrotar os mitológicos​ e​ isso parece ser até então​,​ a melhor chance de subjugá-los. Quando a cidade em que moram começa a sofrer ataques de minotauros, os pais de Aleksandra resolve​m​ aceitar o convite dos Mestres vampiros e se muda​m​ para a fortaleza negra, morada da realeza, que fica na Rússia.
Atribuí: 3
Até essa parte que eu contei, tinha vontade de matar a Aleksandra eu mesma, com todo aquele drama adolescente de “Ninguém liga para o que eu penso” enquanto toda a família corria risco de vida. ​É de enlouquecer​!
Lembra que ​em Harry Potter​,​ quando todas as coisas acabavam por acontecer com o trio de protagonistas? Isso acontecia por motivos diversos envolvendo: falta de sorte, coragem e profecias, ​etc. Pois no caso da Aleksandra é porque ela não tem noção das coisas e acaba brincando com o perigo sem perceber o que está fazendo.
Quando eles chegam a fortaleza são apresentados aos Mestres e é ai que as coisas realmente começam a ficar interessantes. Logo de cara Sasha (apelido de Aleksandra) se mete em muitas confusões, o fato de ainda não entender, lembrar ou saber algumas leis dos vampiros faz que pareça insolente a seus olhos e isso chama atenção para ela como um holofote.
As oscilações na personalidade da protagonista são tantas que ela pode se passar por avoada, infantil, rebelde, determinada, provocante, submissa e protetora (no nível heroína).
Ela se envolve com Mikhail (ok, spoiler, porém não tão gigante afinal tem um trecho do livro na contracapa) e as coisas ficam MUITO quentes, não quero dar muitos detalhes, mas não precisam se preocupar, o romance não é água com açúcar, tem cenas super eróticas e cheias de detalhes de cair o queixo.
Os Mestres são um arraso, claro, não importa quem estiver do outro lado vou ficar a favor deles. Mikhail é definitivamente o meu favorito por diversos motivos, que incluem maneiras diversificadas de se usar poderes mentais (leiam por favor, preciso comentar com alguém, hahahaha!).
Tem também os amigos Kurt e Lara, que ela conhece na fortaleza e surgem como o alívio cômico, para sua cabeça não bater na parede com tanta ação e Helena, que ficou para trás nos Estados Unidos.
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O livro físico é bem grande e pesado, mas ​até que eu não ligaria se fosse um pouco mais grosso, só para distribuir mais o texto nas páginas. O texto na página comprida me dá a impressão que o livro não termina nunca, hahaha, mas é um detalhe irrelevante da diagramação, provavelmente sou a única que se incomoda com essas coisas.
O que eu mudaria de verdade é a tipografia e a distribuição dos elementos da capa, principalmente a do título, apesar da aplicação de verniz que eu adoro, o efeito inner e outer glow numa fonte que já não era muito boa tira o destaque da ilustração linda de fundo e foi parte do meu preconceito inicial.
Tem uma surpresa no final do livro, lindas ilustrações em pintura digital dos personagens, essas páginas são em outro papel, mais brilhante, tipo de revista.
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O livro é uma trilogia, já estou ansiosa pelos outros, espero que saiam logo, se já os tivesse em mãos com certeza não estaria escrevendo isso daqui e sim lendo desesperamente, hahaha. A Kel Costa é Brasileira e eu vou ficar pertubando ela no twitter.
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Espero que tenham gostado e repetindo, leiam para comentarmos!
Para conhecer o blog da autora, clique.
Se quiser comprar o livro: Submarino | Saraiva | Cultura

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04 de out 2014

ifistay

Assisti o ‘Se eu ficar (If i stay)’ antes de ler o livro, talvez isso tenha influenciado na minha opinião, mas essa foi uma das poucas vezes, que eu gostei tanto do filme quanto do livro. Vou mostrar o trailer, a sinopse do livro e a minha opinião, para ver se vocês se interessam.

Livro: Se eu ficar (If i stay)

Autor: Gayle Forman

Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581635415
Número de páginas: 224

Sinopse: Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir aos esforços dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera… e o seu amor luta para ficar ao seu lado. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.

Trailer:

Se você ainda não leu o livro ou viu o filme pode ficar tranquilo, não vou revelar mais do que o próprio trailer do filme revela, afinal o grande conflito da história é: Ela vai ficar ou não?
Li pelo Kindle a versão digital e apesar de não poder fazer considerações sobre o formato físico, uma coisa eu posso afirmar:
Esse não é o tipo de livro que você se perde e precisa voltar páginas, para entender o que está acontecendo. Você fica tão absorto enquanto Mia relata pequenos momentos de sua vida, que nos liga a sua família, de forma que ela passa a ser um pouco nossa (Se eu pudesse adotaria seus pais e irmão).
Para quem gosta de instrumentos músicais, no livro Mia descreve diversas vezes como se sente ao tocar e ouvir, cita obras diversas e termos técnicos com o que nem todo mundo está familiarizado. Como podem ver no trailer o instrumento músical que ela toca é o violoncelo, meu favorito. <3

No filme a relação dela com o namorado é mais conturbada que no livro, imagino que foi uma forma de criar mais conflitos para a história, fiquei feliz em não lê-los no livro. Há também uma amenização do acidente, a parte mais chocante da história, as cenas do filme são mais suaves.

Você teria motivos o bastante para querer ficar?
O romance do filme não tem o mimimi cansativo que outros filmes teriam, o foco não é esse.
Ambos, filme e livro, são muito emocionantes, chorei demais com as situações. É fácil se colocar no lugar de Mia, pensar na sua vida virando de pernas para o ar e se imaginar perdendo tudo de uma hora para outra. Isso sempre nos faz pensar nas reclamações bobas do dia a dia e que deveriamos dar mais valor a cada momento com as pessoas de quem gostamos.

Muito surpresa, descobri ao final um capítulo para o próximo livro da série, pois é, eu nem sabia que os livros eram uma série, o nome do segundo livro é “Para onde ela foi” e já está em pré-venda.

Caso queiram comprar o livro, está com desconto no submarino.
E ai, gostou? Já leu/assistiu ‘Se eu ficar’?

Esse post não foi patrocinado

 

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