13 de ago 2020

O título pra mim define o que a internet virou em nossas vidas.
A sensação constante de que o tempo é pouco, que estamos perdendo algo.
Ultrapassou o FOMO (Fear of missing out) e virou, o que?
É como estar estar num espaço quadridimencional, tentando ver todos os lados ao mesmo tempo.

50221808663_c906a23a4f_h

Lidar com tantas redes sociais, sites de notícias, estímulos, se tornou impossível. Antigamente (nossa, idosa antes dos 30, que coisa louca) se nós acelerássemos o passo, víssemos tudo mais rápido, dormíssemos uma hora mais tarde, conseguiríamos pelo menos saber as tragédias e memes dos últimos dias, que são os destaques do Brasil, sejamos sinceros.

Hoje com 5 horas no celular por dia, se você sabe 1% do que aconteceu no dia é muito, quando percebe, não fala com seus amigos mais próximos de verdade há semanas, porque vê apenas e posta apenas para o geral, não se dirige especificamente a ninguém.

A arte de mandar indireta se tornou obsoleta, porque não há tempo pro outro perceber que é com ele, mande o “me beija” ou “me deixe em paz” pelo inbox, pode ser que a pessoa te responda em 3 dias.

Quantas horas meu dia precisaria ter?

Essas reflexões são repetitivas, mas isso realmente se repete quando a situação se recicla e nossa interação não muda.
Você se considera focado, forte o bastante para ignorar o fluxo irrefreável de informações da internet para viver a vida offline? Se esse for o caso, conseguirá encontrar pessoas com quem interagir da mesma forma?

Em quantas telas você desempenha cada função? Você assiste tv (filmes,
o que seja), com o celular na mão? O que você ouve enquanto trabalha? O que você vê enquanto come? Quem você escuta enquanto anda ou corre?

 

Acompanhe o blog também nas redes sociais:  Facebook InstagramTwitter

10 de ago 2020
Duas vezes a @calmadoroteia

Menina, que coisa louca!

Voltei agora para o blog e quase que não consigo fazer esse post, o WordPress atualizou e fiquei perdidinha no novo esquema de blocos, surra de tecnologia na cara, enfim, oi.

Quem diria que essa sequência de tombos, mais conhecida como 2020, nos traria aqui, essas são minhas bandeirinhas. Se você me acompanha no Instagram já as conhece, abri o @faltouacucaratelier para vender minhas artes.

Comecei a pintar Ecobags com pets e logo passei pra flâmulas, pois amo ideias criativas de decoração.

Escolhi pets porque é uma das formas de amor mais puros e duradouros, nós amamos ver nossos cães, gatos, coelhos, hamsters e afins representados e tenho amado pintá-los.

Ver as mudanças de expressão em cada pet, as personalidades e o carinho que cada dono tem com eles, me faz muito feliz. Assim como quando sei que é um presente para alguém, porque também é algo que eu amaria ganhar.

Assim como na foto anterior, uma bandeirinha presente e outra pra sí <3

Houveram outras coisas que me aventurei a fazer nesse período de isolamento social, que acabaram virando produtos do atelier também e vou mostrar nos próximos posts, assim como, pretendo também dar umas dicas de filmes e séries, que ninguém é só trabalho, hahaha.

Encerro com a foto da Paciência, nossa cachorra, que alias, não foi própriamente apresentada aqui, mas tem no insta e vídeo no canal, hein.

LINK DO INSTAGRAM PARA COMPRAR
FLÂMULA OU ECOBAG PINTADA A MÃO PERSONALIZADA
Só clicar: @faltouacucaratelier

 

Acompanhe o blog também nas redes sociais:  Facebook InstagramTwitter

27 de abr 2020

Há muito tempo não me deixo expressar sentimento por certas coisas. Coisas que aprecio e amo, que sinto mais do que todo o resto das coisas, mas não deixo sair. Não sei explicar de outra forma que não poesia, é abstrato, como se cada uma dessas coisas formasse a melodia de uma canção que não pode ser cantada. Um segredo, que todo mundo sabe, mas quase ninguém diz.
Alguns momentos, ações e lugares despertam essas coisas, como o vento batendo nas árvores, um elogio despropositado, a expressão em conjunto de um movimento que ninguém planejou, a música certa quecomeçar a tocar no momento certo, ou girar, descalça, num vestido bordado.
Não falo porque não tem volta, não pode ser retirado ou desmentido, eu vou saber. Uma vez contato, tudo pode danificar, distorcer, transformar em feio. Uma vez manchada uma tela em branco, ainda que pintemos por cima da cor original, ela não é a mesma.
Mas quem diabos quer uma sala cheia de objetos imaculados, sem uso ou propósito. Não eu, não mais. E se o destino for o ridículo, que seja.

 

Acompanhe o blog também nas redes sociais:  Facebook InstagramTwitter

Página 2 de 238123456... 238››
 
ir ao topo