27 de jan 2018

Engraçado como parar pra escrever me exige tão mais do que para ilustrar/desenhar ou editar vídeo a maior parte do tempo e em outros momentos escrevo tão rápido e os temas se desdobram com tanta facilidade que parece que estou psicografando.

Ao mesmo tempo, passo o dia todo respondendo pessoas, grupos, comentários, falo com muito mais gente do que vejo em um dia, com isso acabo escrevendo muito mais palavras do que teria em um post.

Como pessoas que convivem em sociedade, vocês, assim como eu, conversam, decidem, debatem, concordam e discordam de coisas todos os dias, mas queria falar de situações em especifico.

Algumas vezes por semana minha resiliência é testada e caio em armadilhas, as pessoinhas no meu cérebro ficam tentando conter a raiva e batendo no painel de controle (sim, acredito que divertidamente é real, hahaha) para que a situação não vá longe demais.

Isso acontece principalmente por causa de coisas desnecessárias. Por exemplo, oportunidades que pessoas perderam de ficarem caladas. Veja bem, não estou dizendo que você deve ficar calado a respeito de tudo ou não expressar suas opiniões. Mas quando acontecer de alguém falar algo equivocado, você explicar e ainda assim a pessoa continuar batendo na mesma tecla. Let it go, não vale a pena. A partir do momento que a discussão gira em torno de opiniões, ambas as partes tem conhecimento do que estão falando, ou então apenas uma tem e a outra não se interessa por ele, apenas por ter razão, esse assunto nunca vai evoluir, portanto, é inútil e você estará não só perdendo seu tempo como se estressando.

É importante reconhecer essas situações, porque as mesmas podem arruinar o seu dia ou dificultar as relações com outras pessoas. Temos que entender que não cair na armadilha não significa perder uma discussão a qual se estava certo, mas sim, aceitar que outras pessoas podem pensar de outras formas, recomende apenas que elas pesquisem mais sobre o assunto que estão falando e siga em frente, cada um é responsável pela própria ignorância nesses casos.

Essa seria essencialmente a cura para “O chato do rolê”, mas se você for essa pessoa e se sente mal com o que as pessoas estão dizendo, tem a possibilidade de que você esteja no role errado, afinal aquelas pessoas não tem os mesmos interesses que você. Encontre o seu rolê e seja feliz!

As fotos desse look foram tiradas pela Simone Montilares (Agridoce Cereja), ri muito, apesar da cara de sofrimento infringida pelo sol em algumas fotos e logo depois termos pego uma tempestade, hahaha, lembranças legais pra esse ano. ♥

Camiseta branca básica. Calça: Lojas Renner. Bota: Urban Flowers. Óculos: Chilli Beans.

Look ilustrado:

 

Acompanhe o blog também nas redes sociais:  Facebook InstagramTwitter

17 de jan 2018

Eu ia fazer um textão reflexivo aqui sobre como nos preocupamos demais com coisas bestas e essas coisas, que vistas de longe são irrelevantes, afetam nossa tomada de decisão nos impedindo de fazer coisas que queremos. Mas acabei de travar uma batalha mortal com uma abelha e percebi como a vida é curta, vou resumir o máximo possível.

Pare de inventar desculpas para não fazer coisas, seja realista, meça suas decisões e seja flexível o bastante para revê-las de tempos em tempos, analisando novos fatos e experiencias adquiridas, nenhuma verdade é absoluta e imutável. Abrir a cabeça torna a vida mais fácil e agradável.

Importante reparar também que ter certeza de algo não faz de você o cacique supremo responsável por catequizar os ignorantes, se tratando de qualquer ideologia, religião ou preceito moral. Não force os amiguinhos.

Esse look foi fotografado na chuva, que é uma das coisas que impedem as pessoas de fazer coisas, NÃO DEIXE A CHUVA TE IMPEDIR!

O macaquinho é extremamente confortável, principalmente por ser bem folgado, deixa as pernas bem livres, o ziper fica na frente. Pode ser usado com ou sem cinto, se quiserem copiar, fiquem a vontade, acho que tem fotos o bastante para vocês levarem na costureira, hahaha.

Dividindo os holofotes comigo estão os maracujás e no chão algumas acerolas, das árvores em volta.  Esse era o quintal da casa da Ana em Ubatuba e quem me fotografou foi a Camila Nogueira (Apenas um Hobbie).

Reparem na chuva no meu cabelo e testa kkk

A botinha linda é vegana, super resistente e confortável, não se dá tão bem com chuva forte e barro, já que é de tecido, então cuidado. Comprei na Urban Flowers, precinho amigo, sustentável, ótimo atendimento, recomendo. A bolsa é da minha mãe, peguei emprestada para as fotos, hahaha.

Macaquinho: Costureira Dona Carmen Bota: Urban Flowers Bolsa: Renner Cinto: Brechó Rebajas

Look ilustrados:

 

Acompanhe o blog também nas redes sociais:  Facebook InstagramTwitter

16 de jan 2018

Engraçado que a essa altura não sei se quem me acompanha aqui no blog são as mesmas pessoas que me acompanham no canal, mas de qualquer forma, filmei partes da viagem e vlog sairão por lá, porém, algumas coisas não contei por lá, especificidades e coisas que achei que poderiam gerar confusão.

Essa viagem para Ubatuba só aconteceu porque outra viagem deu errado, aquela que comentei tantas vezes no instagram e canal, para Pernambuco. Originalmente só minha mãe iria para Pernambuco visitar a família, eram as férias dela, depois de 3 anos, ver no que podia ajudar com os problemas de saúde, entre outras coisas, mas ela quis que eu fosse, então comecei a pesquisar passagens.

Junto conosco iriam também minha tia e primo que vivem em São Paulo, as passagens para 30 de Dezembro foram compradas em Setembro, pela minha tia mesmo, já que usamos o cartão dela para pagar e ela conseguia achar passagens baratas que não apareciam para mim. Parecia estar tudo certo, mas quando fui verificar, já na semana da partida (Era dia 26 de Dezembro), percebi que as passagens foram compradas invertidas, ao invés de São Paulo > Recife, Recife> São Paulo.

Resumindo o resumo: Cancelamos as passagens, porque tão em cima já não valia mais a pena tentar, ninguém chegava a um acordo.

Passamos o ano novo em casa, o que acho um pouco triste, mas consegui fechar uma estadia mega barata em Ubatuba, numa kitnet legal, pra salvar pelo menos um pouquinho das férias da minha mãe. Leitores antigos e fieis se lembrarão que já fui lá uma vez visitar a Camila Nogueira, minha amiga do cabelo colorido. Graças a Camila e a família dela, essa viagem foi muito enriquecedora. ♥

Mas vamos começar pelo começo!

Quando penso em como foi complicado chegar lá fico impressionada por ter feito isso, mas ainda assim, satisfeita com o resultado. Moro em Cotia, então para chegar lá peguei, um uber até o centro de Cotia, um até o Butantã, metro até o Tietê (fui pro lado errado claro, tive que voltar), um ônibus de viagem até Caraguatatuba e um de lá outro para Maranduba em Ubatuba, onde ficamos. Sai de casa 8 da manhã e chegamos as 18:00 lá, por conta do transito. A mala estava pesadíssima porque levamos até coberta e travesseiros, fora roupa para as duas, viajar é perrengue mas dá gosto de fazer.

A Camila e o André (namorado dela) foram nos buscar de bike na chuva no último ponto de ônibus e andamos até a pousada.

Surpresa! Pontinha que balança, cabos de aço porém madeira podre.

Parecia uma casinha de bonecas, ainda estou apaixonada.

Fomos a praia de Maranduba no dia seguinte, que é linda, porém pela alta concentração de pessoas, logo fica contaminada porque a natureza não tem tempo para se recuperar.

Ainda assim, mesmo não ficando tanto tempo na água, sentar na areia ou grama próximo a praia e aproveitar a maresia é uma delícia. ♥

Até o próximo post, beijos.

 

Acompanhe o blog também nas redes sociais:  Facebook InstagramTwitter

Página 2 de 228123456... 228››
 
ir ao topo