18 de jun 2014
Eu ia fazer esse post antes do lançamento de “A Culpa é das estrelas”, mas esperei passar um pouco o hype.
Já repararam na quantidade de filmes retratando o mesmo tema, ou semelhante? Nós assistimos a esses filmes sabendo que vamos chorar até desidratar e passamos o filme todo sabendo que um dos personagens vai morrer e rezando para que não aconteça (Também acontece em Marley&Eu). Provavelmente gostamos de sofrer.

Agora é para sempre (Now is Good)

Tessa, é uma adolescente de 17 anos apaixonada pela vida. Diagnosticada com uma doença terminal, ela decide fazer bom uso de cada momento fazendo uma lista de coisas que uma adolescente normal iria experimentar. Com a ajuda de uma amiga, ela começa a pôr em prática os itens da lista e, enquanto seus pais e seu irmão lidam com o medo de perdê-la de suas próprias maneiras, Tessa passa a explorar um mundo novo e viver cada dia o mais intensamente possível. No entremeio, a garota se apaixona por Adam, seu novo vizinho, item que não estava na lista mas que se prova a mais revigorante experiência de todas.

Esse filme, lembra muito “A culpa é das estrelas”.  Tessa, apesar de seu humor negro, está desesperada para viver o máximo possível no tempo que lhe resta, mesmo que isso signifique cometer crimes e ferrar ainda mais sua saúde. A Dakota é fantástica em qualquer papel (Dake me beija), chorei feito criança.

Uma prova de amor (My Sister’s Keeper)

A pequena Anna não é doente, mas bem que poderia estar. Por treze anos, ela foi submetida a inúmeras consultas médicas, cirurgias e transfusões para que sua irmã mais velha Kate pudesse, de alguma forma, lutar contra a leucemia que a atingiu ainda na infância. Anna foi concebida para que sua medula óssea prorrogasse os anos de vida de Kate, papel que ela nunca contestou… até agora. Tal como a maioria dos adolescentes, ela está começando a questionar quem ela realmente é. Mas, ao contrário da maioria, ela sempre teve sua vida definida de acordo com as necessidades da irmã. Então, Anna toma uma decisão que seria impensável, uma atitude que irá abalar sua família e talvez tenha terríveis consequências para a irmã que ela tanto ama.

Cameron Diaz provando que não é uma atriz só para comédias românticas. O filme é surpreendente, mas infelizmente não posso contar, porque quero que vocês assistam. Ele mostra não só a história de Kate, mas o impacto que sua doença causou na família. São muitas lágrimas e lições de vida.


50% (50/50)

Adam (Joseph Gordon-Levitt) tem apenas 27 anos e descobre que está com câncer. O problema é que ele não fumava, não bebia e foi difícil entender porquê foi aparecer um tumor em sua vida. Mas para ajudar a enfrentar essa pedreira ele vai contar com a ajuda de seu melhor amigo Kyle (Seth Rogen), um cara muito alto astral, e também de uma analista (Anna Kendrick) que não é de se jogar fora. Dessa forma parece até que suas chances de sobrevivência em torno dos 50% não tão ruins assim. Será que não mesmo?

Seguindo uma linha muito mais descontraída que dos outros filmes, foge do clichê. Ri bastante, mesmo com muitas partes tristes. Recomendo.

Um amor para recordar (A Walk to Remember)

Jamie é uma menina estudiosa e religiosa, diferente do Landon que faz parte da turma de desajustados do colégio. Ele não faz só uma brincadeira de mau gosto, ele participa de uma brincadeira que quase mata um dos seus colegas. E ele é convidado pelo diretor da escola, como punição a “mudar de vida” dentro da escola, conhecer pessoas diferentes e viver situações diferentes.

Bem antigo, se você não assistiu está com uma lacuna de choradeira em sua vida. Só de estar aqui nessa lista, o suspense do filme já acaba, afinal, agora vocês já sabem que alguém está com câncer. Assim como em “Now is Good” há uma lista de coisas a se fazer, mostrando como devemos nos esforçar para conquistar nossos sonhos.

Claro que não tem todos os filme sobre câncer nesse post, eu não assisti tanto assim e ultimamente tenho tentado evitar choradeiras. Ainda não assisti “A culpa é das estrelas” (apesar de ter lido), mas vocês podem encontrar mais nesses dois links:

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Sinopses: Retiradas do filmow

 

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14 de jun 2014

“São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.”
Harry Potter e o Câmara Secreta – Dumbledore

“Lamentou acordar. Tudo desaparecia quando ela estava dormindo.”
A menina que roubava livros – A morte

Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade,
Tudo está perdido mas existem possibilidade
Serenissima – Legião Urbana

“Mulheres comportadas, raramente fazem história”
Marilyn Monroe

Sou composta por urgências:
minhas alegrias são intensas;
minhas tristezas, absolutas.
Entupo-me de ausências,
Esvazio-me de excessos.
Eu não caibo no estreito,
eu só vivo nos extremos.
Pouco não me serve,
médio não me satisfaz,
metades nunca foram meu forte!

Clarisse Lispector

 

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09 de jun 2014

Este post faz parte da postagem coletiva Rotaroots. O tema desse mês foi falar das nossas primeiras experiências na internet.

Hoje em dia, eu vejo as crianças fuçando em computadores e smartphones desde nanicos e fico pensando se um dia eles vão entender como foi para nós, que pegamos as duas épocas, com e sem internet.
Como a primeira vez a gente nunca esquece (essa frase é tão cretina, me matem), eu tinha 13 anos e foi no laboratório de informática, recém-inaugurado, da minha escola. O primeiro site que eu entrei foi o Uol, e fomos direto para o Bate-papo. O que hoje é uma piada, naquela época também era, hahaha! Nicknames ridículos, emoticons, etc. Para quem não sabe do que eu estou falando, ele ainda está lá: http://batepapo.uol.com.br/. Não como era antes, mas já dá pra ter uma ideia.
Por falar em nickname ridículo, meu primeiro e-mail foi do yahoo: carlouca_mystic.
Ainda levando a sério aquilo de “primeiros sites que vi”, no mesmo dia conheci o Humortadela, que era cheio de piadinhas e o Mundo Canibal, que quase me fez morrer de rir com o vídeo coceira no toba, antes mesmo das avaianas de pau existirem. Tinha também o click jogos, onde eu entrava frequentemente, principalmente para jogar Sonic.
Quando eu ganhei um computador, já tinha 15 anos e aí sim fui sofrer com internet discada. Perdia meu tempo no dolls montando bonequinhas de Harry Potter *-*
Foi a época do Orkut com suas letras pornográficas, comunidades e… FAKES, quem nunca?
12 fotos em cada álbum e 1000 comunidades (que eu vivia trocando).
Por causa do Orkut que eu comecei a mexer no Photofiltre (pois é, nem Photoshop era) e a jogar RPG. Uma tosqueira só, mas como eu gostava! <3
Enfim, foi por aí que eu comecei e vocês? 

 

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