12 de abr 2014

Fiz mais um wallpaper para vocês, peço desculpa pelas imperfeições, tive que  desenhar com o mouse e não sai tão preciso quanto com a bamboo (mesa digitalizadora).

Para PC:
1600×1200 | 1024×768
Para celular:
320×480
Espero que tenham gostado :)

 

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11 de abr 2014

Sim, sei que estou atrasada com a tag, peguei essa do depois dos quinze (a primeira que faço de lá). Pelo nome já deu para entender mais ou menos como é a brincadeira. Meus amigos vivem mandando links de coisas que viram e lembra de mim, aparentemente meus gostos estão estampados na minha cara hahaha. Talvez eu fale tanto das coisas que gosto, que as pessoas acabam decorando. Vou postar aqui e vamos ver se vocês, que me conhecem, concordam comigo nos itens que selecionei.

Jaqueta de couro – Desde que comprei a primeira é um item que não pode faltar no meu guarda roupa. Costumo usar muito, todas as que tive pareciam meio agressive, mais estilo motoqueira mesmo.
Coturno – Antes era preto, mas ultimamente, ando mais com o vermelho, às vezes em dias quentes (me julgue), sou apaixonada por coturnos.
Batom vermelho – Por que a minha revolta permite sair as 5 da manhã de casa com ele. É a unica cor de batom que uso.
Corujas – Bolsas, camisetas, blusas de frio, brincos, colares, sapatilhas, pelúcias, bibelôs, desenhos, futura tattoo (não essa da foto, a minha será um desenho meu). Amo corujas.
Harry Potter – De tanto falar, ler, assistir, usar brincos, marca páginas e colares, algumas pessoas se lembram de como sou irritante com meu amor por Harry Potter (outra futura tattoo).
Cases de celular – Como compro pelo ebay, acabo por acumular várias cases diferentes para o iphone. Sempre me perguntam onde comprei ou me mandam mais modelos diferentes.
Colares – Mesmo motivo do ebay, me perguntam bastante sobre onde comprei e mandam modelos diferentes.
Cabelo azul – No ano passado pintei partes do meu cabelo de azul, algumas pessoas ainda me mandam fotos de cabelos azuis. Penso que a minha verdadeira personalidade tem o cabelo azul.
O açúcar e a falta dele – Desde que comecei o blog as pessoas comentam, me mandam coisas e fazem trocadilhos com o açúcar e a falta dele na minha vida.
Assim como a camiseta também faz referência a jogos vorazes, do qual também me tornei fã e começo debates sobre, do nada, com as pessoas.
Minions – Assim como muitos, caí na febre dos minions, há vários no meu quarto, para mim são as “criaturinhas” mais engraçadas e fofas já criadas em animações.
Pugs – Sou obcecada por pugs, suas expressões e comportamento, a ponto das pessoas me mandarem tudo que acham sobre pugs hahaha.
Stitch – Por gostar muito do stitch desenho ele em vários lugares, tenho também uma pelúcia muito linda dele.

E vocês? conseguem citar 12 coisas que lembram você?

 

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07 de abr 2014

Se  a história dos Warren te interessou, talvez goste do post de hoje. Você já ouviu falar da ‘Bell Witch’?
A história da Bruxa dos Bells é uma lenda americana da qual eu não tinha conhecimento até assistir o filme “The Bell Witch Haunting” (2013). Durante a minha pesquisa descobri que existem mais filmes inspirados na história: ‘An american haunting’ (Maldição – 2005) e o famoso ‘The Blair Witch Project’ (A Bruxa de Blair – 1999).

A lenda fala sobre a ‘Bell Witch’ ou ‘Bell Witch Haunting’, um poltergeist que no século 19 assombrava a familia Bell. John Bell era um fazendeiro que vivia com sua família em Adams, Tennessee em 1800. Eles foram atacados por uma bruxa, que acreditavam ser uma mulher de nome Kate Batts. Barulhos estranhos nas paredes, objetos sendo jogados, pessoas sendo estapeadas e beliscadas e animais assustados sem razão aparente. A história trazia muitos rumores. Alguns relatos afirmam que John encontrou um animal metade coelho, metade cão e outros que foi envenenado pela bruxa e que depois ao velório rir das pessoas presentes.

No livro History of Tennessee de 1886 os irmãos Goodspeed’s citam a bruxa em um trecho, porém sem se aprofundar a história dos Bell, dizem que pessoas viajavam quilômetros para “conhecer” a bruxa e que apesar da mesma não ser visível a olho nu, podia ser contatada e até mesmo apertar as mãos de algumas pessoas. E apesar de seus feitos serem incríveis eram apenas designados a perturbar a família Bell, derramando o leite, beliscando as crianças, etc. O que parecia de início ser um bom espirito, provou o contrário.

Em 1894 um livro foi publicado por Martin Van Buren Ingram, nele a bruxa tinha mais influência sobre Betsy, uma das filhas de John. O autor diz ter inspirado seu livro no diário da Richard Bell, irmão dela, porém, não há evidência de que esse diário tenha existido e nenhum dos envolvidos estava vivo para confirmar a história.

O filme mais recente The Bell witch haunting, é inspirado no livro de Ingram e lembra atividade paranormal, como assisti sozinha deu medinho, tirando algumas cenas meio toscas, como a do cover de Tom Felton, até que o filme é bom.

‘An american haunting’ ainda preciso assistir, parece bom, vejam o trailer:

Espero que tenham gostado, cuidado com a bruxa, aliás, não olhem para trás, embaixo da mesa ou da cama :)

 

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