12 de fev 2014

Antes de qualquer coisa, dê play no vídeo abaixo.

Foi através desse vídeo que conheci a Lindsey, assim como o Pentatonix (Que vai ficar para outro post). Lindsey tem 27 anos, é violinista, dançarina, cantora e compositora e californiana. Conhecida por combinar violino, hip-hop e dubstep em suas músicas, além de dançar enquanto toca.
Em 2010 ela participou do America’s Got Talent, não vou postar o vídeo porque o final é triste, mas posso contar o que aconteceu:
Apesar de amar as apresentações de Lindsey, o jurados disseram que o fato dela dançar enquanto toca à prejudica e que ela precisava de um grupo, que sozinha não seria o suficiente para encher uma platéia em Las Vegas (um show em LV é parte do prêmio da competição).
Apesar de arrasada com os comentários no Tv Show, decidiu continuar com seu estilo. Pouco depois do America’s Got Talent, o diretor Devin Graham entrou em contato, propondo parceria em um vídeo para o youtube. Assista-o abaixo:

O vídeo de Spontaneous me, só foi lançado mesmo em maio do outro ano, no canal Lindseystomp (Stomp em homenagem a uma banda que participou quando mais nova) e desde então ela se tornou bem popular e tem feito vários vídeos, parcerias com outros artistas, trilhas sonoras e covers.

Ela tem um segundo canal Lindseytime, onde posta vlogs e behind the scenes.
Lançou um álbum com seu nome em 2012 e até agosto de 2013 havia vendido cerca de 158 mil cópias.
Ela terminou em fevereiro de 2013 uma turnê que passou por 55 cidades, Canadá, EUA e emendou em uma turnê oficial pela Europa em mais 26 cidades, acabando apenas em junho.
Não bastasse isso no final de 2013, ela anunciou que iria concorrer no Dance Shoutdown, uma web série promovida pela Dance on. Infelizmente, ela não venceu o show, mas deixou os jurados bem impressionados.

No site da Lindsey tem informações sobre suas próximas turnês: Lindseystirling.com
Links para os canais no youtube: LindseyStomp | LindseyTime
Canal Dance on, para quem quiser ver as apresentações: Dance On
Espero que tenham gostado. 

 

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11 de fev 2014

Olá leitores, tudo bem?
Confesso que fiz esse post as pressas, porque não pude postar ontem.
Tenho estado ocupada, foi a maior correria para entregar o layout para o programador, as ilustrações estão quase finalizadas e acredito que até o meio de Março, se tudo der certo, estarei no WordPress *-*
Claro que não é assim do nada, está em processo de criação e farei um post depois explicando tudo.
Vamos ao que interessa, esse é o post de nº 50 e eu gostaria de finalmente inaugurar a Categoria Goodies. Penso em cria-lá desde o começo para compartilhar alguns de meus desenhos com vocês.
Fiz um wallpaper da Marylin Monroe, espero que gostem.

clique aqui para o tamanho 1280×800
clique aqui para o tamanho 1366×768

Se não se adaptar a sua tela, deixe nos comentários o tamanho que desejado que eu coloco aqui.

 

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10 de fev 2014

Recentemente tive uma conversa com um blogueiro cujo o blog tem como público alvo mulheres. Como li suas postagens, perguntei sobre a forma que seus posts eram escritos, parecendo sempre julgar as mulheres, generalizando e quase sempre chegando a conclusão de que teríamos que tomar cuidado para não virarmos piriguetes, sedentas de atenção, gordas, medíocres e alguns outros termos.

Pausa para o primeiro erro:
A generalização, quando você junta todas as mulheres no mesmo saco e passa a atribuir ações, qualidades e defeitos a elas por igual, você não está escrevendo para o público feminino em si, você esta escrevendo para um público machista, seja masculino ou feminino. Por que sim, existem mulheres machistas e conservadoras que ainda acreditam que temos que nos manter no “nosso” lugar.

Ele me explicou que seria pelo público alvo do blog, que as leitoras gostariam de saber sobre aqueles assuntos, acredito que não tenha entendido que me referi a “maneira de dizer”, não tinha nada contra os assuntos. Então ele disse, por exemplo, que uma mulher gostaria de ler sobre “O que fazer no primeiro encontro” e eu respondi que nem sempre. Nós estamos mais preocupadas com o que vestir e no que o cara vai fazer no primeiro encontro. Não que eles tomem todas as atitudes, porque isso caiu a muito tempo, mas porque da maneira dele lidar com diversas situações dependerá tudo, o sucesso desse encontro e todos os outros, se é que eles existirão.

Resumindo o porque eu contei tudo isso para vocês:

Ao longo dos anos vim escutando vários pontos de vista, sobre o que os homens acham que as mulheres querem, o porque delas agirem de tal forma e como isso os afeta. Infelizmente, muitos chegam a mesma conclusão, de que as mulheres são iguais e as tratam como se fossem, mas felizmente vou dizer o que as mulheres querem, acima de segurança, aventura, família grande, uma casa, um carro, uma carreira de sucesso: Respeito.
Nós queremos ser ouvidas e consideradas. Sim, nós podemos comentar sobre traições, gente vendida e exibicionismo, mas queremos ser eximias da culpa que nos foi imposta desde que nascemos por Eva ter mordido uma droga de maçã que nem sabemos se existiu.

Nada dita como realmente devemos agir e o que fazer, só quem tem o poder de fazer isso somos nós mesmas. Não importa o quanto seremos julgadas e qualificadas em subcategorias, somos o que somos e enquanto estivermos nos sentindo bem com isso, ok.

Espero que a pessoa com quem conversei entenda o que eu quis dizer com esse post e naquela conversa, e que a partir de hoje faça menos julgamentos inadequados sobre nós. Aos demais, não entendam esse post como uma indireta, tudo que eu disse aqui provavelmente foi dito no dia da conversa.

 

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