03 de abr 2018

Eu assisto MUITAS séries. Ao ponto que comecei a perder a sensibilidade em relação a elas, conseguia assistir enquanto fazia outras atividades, sem prestar muita atenção, sem me importar muito. Até que fiquei impactada com duas séries e voltei a enxergar os atores novamente.

Engraçado que por muito tempo da minha vida quis ser atriz, fazer um curso de teatro, nunca consegui porque na minha cidade não haviam escolas, também não tínhamos condições financeiras, por mais que nunca tenha conseguido, hoje tenho amigos que estudaram teatro e é perceptível como as artes cênicas tiveram um papel crucial no desenvolvimento pessoal de cada um.

Imaginando os bastidores de tudo, deve ser quase impossível se encontrar um ator incrível, mesmo quando ele é muito bom, por causa dos fatores externos, testes, indicações, etc. Portanto esse post vem exaltar a atuação de duas atrizes em especial: Sarah Gadon e Jessica Biel; E chamar atenção do papel das mulheres nas produções.

Alias Grace

Além de baseado em um premiado livro escrito por uma mulher, Margaret Atwood, a série foi roteirizada por Sarah Polley e dirigida por Mary Harron. Ter tantas mulheres por trás de uma série tão incrível é motivador.

Alias Grace é uma série Canado-Americana, tem 6 episódios, apenas uma temporada, está no Netflix e conta a história de Grace, que foi condenada por assassinato bem jovem, presa injustamente, segundo a mesma, que não se lembra do que aconteceu. E ela começa a trabalhar com um médico buscando recuperar suas memórias.

O suspense é palpável, uma vez que você começa, a história te pega, terminei no mesmo dia, não consegui viver sem saber o final. A trama se amarra no final da temporada, então é praticamente um filme longo, RECOMENDO FORTEMENTE. O destaque pra atriz nesse caso vem pelas micro expressões da Sarah Gadon, mesmo com a face mais serena, ainda que ela esteja parada olhando pro nada, já que a personagem é extremamente contida, as expressões saltam de seu rosto e são reconhecíveis. A forma com que ela construiu Grace foi sensacional.

The Sinner

Comecei The Sinner pela sinopse e por amar séries de suspense, porque apesar de conhecer a Jessica Biel, os personagens que ela fez nos filmes que assisti, não foram tão notáveis.

A série é americana, baseada em um conto de Petra Hammesfahr, tem 8 episódios. Apenas uma temporada e está no Netflix.

Nessa série, logo nos primeiros minutos, achei que também não seria, mas notei que tinha que me apegar as sutilezas, aos detalhes, muito nela estava subentendido. É um suspense psicológico, pra te fazer pensar e ter curiosidade de entender antes mesmo dos próprios detetives na série, o que está acontecendo. Não quero revelar muito, não indico para pessoas muitos sensíveis, porque pode ser gatilho, tem cenas de violência, realmente gostei da série, vários plot twists.

Espero que tenham gostado do post, me contem se já assistiram ou assistiriam.

Esse post foi patrocinado, todas as opiniões no mesmo foram sinceras e o conteúdo de autoria do blog.

 

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Postado por:
Carla Nascimento

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27 de mar 2018

Corri pra escrever esse texto, porque tive uns pensamentos aqui.;

De vez em quando algumas pessoas vem até mim falando que queriam ter minha auto estima, que queriam se amar assim e eu respondo com PUFF, mas onde vocês estão vendo isso gente?

Comecei a pensar então que minha auto estima realmente deveria estar lá em cima, se eu estava passando isso para as outras pessoas. A partir dai comecei a fazer e não fazer certas coisas, detalhe que só percebi agora que não faço mais:

  • Parei de criticar coisas no meu corpo, quando falo nelas falo como uma coisa que existe, não como um problema. Como celulites, estrias, um peito maior que o outro, essas coisas que todo mundo tem mas só a maioria das pessoas só nota para criticas, em si mesmo ou no outro;

  • Parei de sentir vergonha de me sentir sexy. Eu nunca fazia carão nas fotos porque ficava pensando no que as pessoas iriam pensar, dai percebi que quem importa sou eu, se me sinto bem assim, os outros que aguentem ou saiam de perto;

  • Parei de ter medo de fazer as coisas que eu queria. Isso também serve para roupas que vou vestir, lugares que parava pra fotografar, me recuso a deixar de me sentir bem só porque outra pessoa esta incomodada.

Olhando minhas fotos no instagram comecei a notar que a partir de um certo ponto eu estava radiante e eu me sentia assim, brilhando. Lembrei da Cristina Yang (Grey’s Anatomy) falando pra Meredith que ela era o Sol, essa foi a epifania de hoje: Eu sou o Sol da minha vida! (risos eternos, porém não de deboche).

Eu tinha responsabilizado a mudança na cor de cabelo por esse bem estar que estava sentindo, esse gostar do que eu vejo no espelho, mas foi por dentro. Agora eu posso dizer realmente que estou na minha melhor fase, porque independe do que eu estou vestindo ou de como meu cabelo está.

Por isso vou repetir o que disse no Twitter uns dias atrás, não precisa de amar, mas não se odeie. Gaste essa energia em outra coisa.

Escolhi um look bem básico e combinei com peças coloridas. Bem confortável, mais do que imaginei, foi a primeira vez que usei esse tênis bapho e apesar de ter andado bastante não machucou.

Cropped e cinto: Brechó Short: C&A Tênis e brincos: Suigo Sweetshoes Pulseira: Joias boz

Look ilustrado

 

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20 de mar 2018

foto por @calmajacque

Você já teve um vislumbre da vida que queria ter? Um momento em que pensou “É isso, quero todo dia”.

Foram poucas vezes na vida tive, durante viagens ou passando a noite conversando com amigos.

foto por @calmajacque

Por um tempo pensei em como minha vida estava errada, me culpava por não ser daquele jeito sempre, não viver viajando, não ter dinheiro para fazer o que quisesse quando quisesse, de não estar sempre cercada apenas das pessoas que gosto. Então trabalhei mais, tendo isso como objetivo, me sobrecarreguei e me culpei por estar demorando demais.

foto por @calmajacque

Me tornei obcecada, só saia de casa para trabalhar, direcionei todo meu capital e tempo para isso.

Tentar chegar na vida que eu queria, estava me afastou de ter a vida que eu já tinha, que não era a vida ideal, mas era minha. A versão obsessiva me trazia momentos de felicidade, ainda que passageiros, eu ainda era feliz, mas sem tanta espontaneidade e com muito mais estresse.

foto por @ygorch

Olhando pra dentro de mim e analisando as situações, notei que era o que eu sentia nos momentos idealizados que me fazia achar que eu precisava disso 24/7: Paz (relacionada com a ausência de preocupações) e descobertas.

E pra ter isso eu não precisava de tantas coisas materiais quanto achei inicialmente.

foto por @ygorch

Essas fotos foram tiradas num Quero Fotografar Liar (o 4º), não esperava tanta gente me fotografando do nada, hahaha, mas foi bem legal. Todas desse post foram tiradas por Jacque e Ygor, obrigada gente. ♥

foto por @ygorch

Blusa: Bazar de Igreja Short: C&A Cinto: Brechó Samburá Quimono: Da minha mãe Bolsa: Oumai Bota: Urban Flowers

Os acessórios: Colar, anel, brincos,pulseira foram enviados pela Joias Boz.  Reparem que fofinhos o colar de guarda chuvinha (os brincos são iguais.)

Look Ilustrado.

foto por @calmajacque

 

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