30 de jan 2015
 Nome: Mate-me quando quiser
 Autor: Anita Deak
 Editora: Gutenberg
 ISBN: 978858235181-9
 Páginas: 245
 Sinopse: Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.
Atribuí: 3

Recebi esse livro do grupo Autêntica e gostaria de ter postado a resenha antes, mas com todo o corre corre da viagem e entrega de encomendas, acabei me embananando, vamos lá!

Como dito na sinopse, o livro começa contando a história de uma mulher que encomendou a própria morte e foi a curiosidade em saber o porque que me obrigou a escolher esse livro. Acabou que a curiosidade é, de certa forma, uma grande arma usada pelos próprios personagens do livro, sem a qual seria impossível que eles se conhecessem e que tudo acontecesse. Logo nas primeiras páginas, comecei a ver a história como um filme, ainda mais quando a escritora descrevia os cenários e a disposição dos personagens, parecia tudo muito cinematográfico. Barcelona envolve a historia carinhosamente, como Paris em “O maravilhoso Destino de Amélie Poulain”, deu vontade de conhecer. <3

Absorvemos as reticências não com o sentido que elas têm, um recurso a favor de uma frase ainda por terminar, de um pensamento inacabado, omitido por quem fala. Fazemos das reticências o convite para completarmos as sentenças dos outros. Ainda que os outros jamais tenham dito ou escrito o que a gente tanto precisa ler ou escutar

Página 243

O livro mostra as situações de vários ângulos, de modo que sabemos como cada personagem se sentiu e porque agiu de determinada forma. Isso deixou o livro mais dinâmico e deu até a impressão que eu estava lendo super rápido. São poucos personagens e suas vidas se cruzam como no poema “Quadrilha” (clique para ler) de Carlos Drummont, impossível prever o final.

Gostei da diagramação, o tamanho e espaçamento da fonte deixaram a leitura bem leve. A contracapa tem a aparência de um cartão postal, achei uma graça.

Esse foi o primeiro livro que li em que a personagem não é chamada pelo nome, isso meio que me enlouqueceu no começo, mas superei, hahaha. O final não foi nada do que eu imaginava, fiquei “WHAAAT?”. Conheço algumas pessoas que ficam revoltadíssimas com Plot Twist, ainda bem que não sou uma delas, adorei!

Espero que tenham gostado, leriam?

 

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15 de jan 2015

Oie, gente! Hoje vim contar como aproveitei meu intercâmbio em Malta para conhecer outros países europeus, indo durante os finais de semana, para não perder aulas.

Aaaah Barcelona <3

Como já contei antes, um dos motivos de ter escolhido estudar em Malta foi para tentar dar um pulinho na Itália durante a minha estadia por lá, pois há muitos anos eu sonhava em ver um jogo da Internazionale di Milano no Giuseppe Meazza (sim, gosto de futebol, e sim, sou torcedora da Inter).

Bem, acontece que eu já estava em Malta há um mês e ninguém parecia interessado em me acompanhar em uma viagem até a Itália, não para Milão pelo menos…E eu não estava com muita coragem de viajar sozinha para lá. Por Malta ser uma ilha, a única forma de visitar os outros países europeus é através de avião, ou você pode ir até a Sicília na Itália de navio (cerca de €120,00 ida e volta na alta temporada e €70,00 na baixa temporada).

Sem companhia para ir até a Itália e sem coragem para ir sozinha, aceitei o convite de um amigo brasileiro que conheci em Malta, para ir até Barcelona. As passagens para a Espanha são geralmente beeeem baratas nas companhias low cost (baixo custo). Aqui no Brasil não temos esse tipo de companhia de avião, mas na Europa existem algumas, duas bem conhecidas são a Ryanair e a EasyJet. A EasyJet infelizmente parou de operar em Malta no meio do ano passado, então me restava a Ryanair. E encontrei neles passagens de ida e volta para Barcelona por lindos 47 Euros. Sim, por cerca de 150 dilmas eu fui e voltei pra Espanha de avião.

Plaza Espanya

COMPANHIAS LOW COST
Algumas pessoas não gostam de companhias low cost por alguns motivos:

  • Aviões sem muito conforto (como eu sou baixa e magra, o espaço entre as poltronas dificilmente me incomoda)
  • Você só pode levar uma mala de mão sem pagar taxas extras – Se quiser despachar uma mala provavelmente pagará uma taxa que talvez fizesse ter valido a pena ir por uma companhia normal.
  • Aeroportos longe do centro – geralmente elas operam em aeroportos mais afastados do centro da cidade, o que pode dar uma dor de cabeça danada pra você caso não se atente a isso e calcule preço de táxi, ônibus, metrô, etc…

Valeu a pena ir viajar com eles mesmo com esses contras? Sim, muito! Na aterrissagem, a Raynair toca uma espécie de musiquinha comemorativa, tipo aquelas músicas que tocam quando você passa de fase no videogame, sabe? Achava muito divertido, até porque quando o avião aterrissa a sensação pra mim é de “sobrevivi meudeuus!”, então era como passar de fase mesmo.

A incrível Sagrada Família por dentro

VIAJANDO PELA EUROPA
Eu nunca tive a miníma vontade de conhecer a Espanha. Zero mesmo. Por dois motivos: 1 – Não sabia a lindeza que esse país é, 2 – Sempre soube que eles A-D-O-R-A-M barrar mulheres brasileiras na imigração. Sério, índices altíssimos. Mas como eu entrei na Europa pela Holanda, e lá eles carimbaram meu passaporte como turista, eu poderia viajar pela União Européia por 3 meses. Teoricamente eles não te fazem passar novamente pela imigração durante esse período…E de fato, na Espanha desembarcamos e não havia ninguém para olhar passaportes ou algo assim, por ser um voo que vinha de outro país europeu eles não conferem nada.

HOSPEDAGEM
Optamos por nos hospedar em um hostel, que encontramos no HostelWorld, pagando cerca de 12 euros a diária. Muito barato, né? Foi a primeira experiência que tive num hostel e atendeu bem às expectativas. Como ficávamos o dia tooodo andando e de noite em barzinhos/pubs, só usávamos o hostel pra dormir (pouquíssimas horas), banho e café da manhã e para isso ele é suficiente e a relação custo x benefício é perfeita. Mas pesquisamos bastante antes de escolher um. Barcelona tem muitos hostels, e por isso é bom analisar bem as avaliações que outros viajantes fizeram sobre o estabelecimento, principalmente com relação a limpeza do lugar e localização dele (se é de fácil acesso aos pontos turísticos, metrô, etc.).

Como te llamas? haha Lojinha que ficava em frente ao hostel

Para esse post não ficar gigante, no próximo conto o que visitar em Barcelona em tão pouco tempo, como eu fiz! E o custo dos demais gastos por lá. Se você tiver alguma dúvida/curiosidade sobre hostel, passagens, etc., é só perguntar nos comentários que eu respondo!

See you!

 

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