12 de maio 2015

Olá, pessoal,

Hoje o post vai ser um pouquinho diferente, já que eu quero compartilhar um pouco da minha viagem com vocês. Em um dos meus (poucos) dezesseis dias no Japão, visitei o Studio Ghibli Museum. Para quem não conhece, é o estúdio responsável pela maioria das animações japonesas que chegam ao ocidente, isso graças a um dos seus fundadores: Hayao Miyazaki. Miyazaki é diretor de A Viagem de Chihiro, talvez sua animação mais famosa entre nós. Hoje, no entanto, não irei comentar sobre esse filme (aguardem), mas sobre o que originou o logo do estúdio que, para quem não conhece, é esse.

Essa figura se chama Totoro e apareceu pela primeira vez em 1988, no filme Meu Vizinho Totoro. O filme conta a história de Mei e Satsuko, duas irmãs que mudam de cidade junto ao pai devido a doença da mãe. Seu pai passa a maior do tempo trabalhando e cuidado da mãe, Mei, de dez anos, vai à escola; então Satsuko, de seis, passa grande parte do tempo sozinha. Nesse tempo, ela se aventura pelo quintal de casa e encontra o Totoro. Na verdade, ele se chama Tororu, mas Satsuko não consegue pronunciar corretamente. Ele sempre aparece para as duas meninas quando se sentem desamparadas e, embora ele não fale, é tão fofo que cativa todo mundo.

Eu reassisti ao filme e, olha, a história é mais melancólica do que eu lembrava. Totoro (e o filme no geral) faz de tudo para as meninas não se sintam tristes em momentos de desesperança. Quem ainda não assistiu, tá perdendo uma ótima história!

Voltando a minha viagem, quando fui ao museu, peguei um pacote turístico, mas é super fácil de ir para quem quiser se aventurar sozinho. Assim que você sai da estação de Mitaka, tem um ponto de ônibus com figuras características do estúdio.

Ao chegar no museu, você se depara com um lindo Totoro enorme te recepcionando.

Lá dentro é proibido tirar fotos. Isso porque, além dos vários curtas feitos especialmente para o museu, os detalhes do lugar são únicos – das janelas aos banheiros. O museu, como disse a minha guia, foi feito para “se perder”, quer dizer, ele não tem via única, é para você ir onde seu coração manda e apreciar todos os cômodos. Não tive problemas para andar por lá, tem uns três andares com fotos das produções, dos desenhos originais, de como funciona as animações, de lojinhas (fiz a festa), de restaurante e um só para crianças (infelizmente) com um “Nekobasu” (neko = gato; basu = ônibus/bus) enorme para entrar, montar, brincar, tudo! Sério, fiquei com inveja das crianças.

Ao topo, tem um robô guardião do filme Laputa (que comentarei aqui em outro post)

Acho que é isso, pessoal. Queria fazer um post diferente e espero que vocês tenham gostado. Se vocês quiserem saber mais da minha viagem, podem perguntar! (:

Até daqui duas semanas, beijos!

 

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