26 de maio 2015

Olá, pessoal,

Meus posts relacionados a minha viagem não acabaram, não. Hoje vou comentar sobre uma história super conhecida no Japão e que em 2009 o ocidente passou a conhecer: a história do cachorro Hachiko.

Para quem não sabe, Hachiko era um cachorro da raça akita que acompanhava seu dono, um professor da Universidade de Tóquio, até a estação de Shibuya, onde embarcava. Ele voltava mais ou menos na mesma hora para esperar o retorno do dono. Essa rotina foi tão importante para Hachiko que mesmo após a morte súbita do professor, ele ainda continuou o esperando retornar na estação. Dizem que ele o esperou por sete anos.

oi, gente!

Seus ossos foram enterrados próximos ao professor e seu corpo empalhado, sendo possível encontrar no Museu Nacional de Ciências em Ueno, também em Tóquio. Devido a sua lealdade, criaram várias homenagens a Hachiko, a mais famosa é a estátua na própria estação. Além disso, há na parede da entrada uma linda decoração que não consegui tirar uma foto decente.

Para quem não sabe, Shibuya é movimentadíssima e tem a famosa faixa de pedestre mais cheia do Japão, sendo até ponto turístico para muitos. Eu estava lá umas 18h quando tirei a foto e olha, gente, é isso mesmo. Assim que o semáforo fica verde para os pedestres, é uma loucura.

Minha cara de perdida não foi planejada.

Obviamente, para não fugir muito dos meus posts do blog, trago para vocês os dois filmes que retrataram a história do Hachiko. O primeiro filme é de 1985 e japonês, motivos pelas quais vocês não devem conhecer. O que vocês já devem ter assistido e se emocionado é o de 2009 com Richard Gere.

A história dos dois filmes é basicamente a mesma, mas teve muitas alterações, a começar pela localidade. A versão de 2009 inventou uma história no começo para conseguirem manter o nome do cachorro, mostrando ele sendo despachado do Japão e se perdendo do dono quando chegou nos Estados Unidos. Pode não mudar muito na história, mas a tradição da estação é conhecidíssima no Japão e, bom, na minha opinião a estação faz parte dos fatos também.

Além disso, a versão de 2009 criou novos personagens, por exemplo, a história do Hachiko é contada pelo neto do professor na escola como exemplo de herói. Aliás, acho que, mesmo com diferenças, os dois filmes passam a mesma ideia: a lealdade do cachorro. Mudaram o Hachiko de casa, tentaram trancá-lo no quintal, mas ele sempre dava um jeito de ir até a estação para esperar seu dono.

Como curiosidade, em março desse ano, 80 anos após a morte de Hachiko, criaram uma estátua na universidade onde seu dono lecionava representando o reencontro dos dois. Uma fofura, gente.

É só por hoje, pessoal. Prometo que volto à programação normal logo mais!

Beijos e até daqui duas semanas!

 

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