20 de mar 2018

foto por @calmajacque

Você já teve um vislumbre da vida que queria ter? Um momento em que pensou “É isso, quero todo dia”.

Foram poucas vezes na vida tive, durante viagens ou passando a noite conversando com amigos.

foto por @calmajacque

Por um tempo pensei em como minha vida estava errada, me culpava por não ser daquele jeito sempre, não viver viajando, não ter dinheiro para fazer o que quisesse quando quisesse, de não estar sempre cercada apenas das pessoas que gosto. Então trabalhei mais, tendo isso como objetivo, me sobrecarreguei e me culpei por estar demorando demais.

foto por @calmajacque

Me tornei obcecada, só saia de casa para trabalhar, direcionei todo meu capital e tempo para isso.

Tentar chegar na vida que eu queria, estava me afastou de ter a vida que eu já tinha, que não era a vida ideal, mas era minha. A versão obsessiva me trazia momentos de felicidade, ainda que passageiros, eu ainda era feliz, mas sem tanta espontaneidade e com muito mais estresse.

foto por @ygorch

Olhando pra dentro de mim e analisando as situações, notei que era o que eu sentia nos momentos idealizados que me fazia achar que eu precisava disso 24/7: Paz (relacionada com a ausência de preocupações) e descobertas.

E pra ter isso eu não precisava de tantas coisas materiais quanto achei inicialmente.

foto por @ygorch

Essas fotos foram tiradas num Quero Fotografar Liar (o 4º), não esperava tanta gente me fotografando do nada, hahaha, mas foi bem legal. Todas desse post foram tiradas por Jacque e Ygor, obrigada gente. ♥

foto por @ygorch

Blusa: Bazar de Igreja Short: C&A Cinto: Brechó Samburá Quimono: Da minha mãe Bolsa: Oumai Bota: Urban Flowers

Os acessórios: Colar, anel, brincos,pulseira foram enviados pela Joias Boz.  Reparem que fofinhos o colar de guarda chuvinha (os brincos são iguais.)

Look Ilustrado.

foto por @calmajacque

 

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28 de fev 2018

Sempre que começo a escrever um post de look penso “Vou tentar focar no look dessa vez”, mas as reflexões girando na minha cabeça não permitem, espero que vocês gostem dos textões que saem por aqui.

Eu fiquei ruiva, pintei todo o cabelo dessa vez, não só as pontas, coisa que não tive coragem de fazer nem quanto cortei o cabelo curtinho depois do big chop. O cabelo sempre foi um ponto crítico na minha auto estima, quando criança ele vivia preso em tranças, na adolescência quando não consegui “dar um jeito” nele, sofri corte químico e comecei a alisar e depois de anos me machucando (literalmente) no processo, cortei para tirar a química. Fazem poucos meses desde comecei a me sentir bem comigo mesma.

Nunca tive vontade de ser ruiva, na adolescência pensei em mechas vermelhas, mas hoje detesto essa cor nos meus cabelos, quando a ideia do laranjinha surgiu (sementinha plantada pela Bruna Vieira), decidi em poucos dias que era realmente o que eu queria. O que me surpreende é que as primeiras coisas que me preocuparam quando tomei essa decisão foram o que iriam dizer.

Não que iam me achar feia dessa vez, mas que iriam dizer que eu estava parecida com outras blogueiras ruivas cacheadas ou que marcas talvez não me achassem adequada para seus produtos. Minhas inseguranças foram transferidas, o que demonstra que eu sei o que eu quero, mas não faço ideia do que o mundo a minha volta quer. Então fiz a escolha que me pareceu mais assertiva, que foi fazer exatamente aquilo que eu queria fazer.

Porque não tenho como adivinhar, mesmo tentando bastante, comparando situações alheias, o que pode acontecer. Se eu não fizer nada, como Dori, analisou muito bem em Procurando Nemo, nada acontece. Dessa forma pelo menos tem algo ótimo pra me distrair dos problemas, meu cabelo está laranja e eu me sinto maravilhosa!

Essas fotos foram tiradas em um dia em que tudo estava dando errado, então Simone (fiel escudeira do Agridoce Cereja, que tirou essas fotos) e eu pegamos uma rota alternativa até o Beco do Batman e mergulhamos nas cores. Poderíamos ter ido pra casa, mas escolhemos fazer algo!

Estou vestindo nesse look uma camisa jeans como saia, pois na hora de sair de casa, não consegui conversar com minhas saias, então ao invés de reclamar que “não tenho roupas _o_” quando claramente tenho, dei um jeito.

Blusa: Ganhei de presente da Jacque Saia camisa: Guarda roupa da tia Bota: Urban Flowers

Para esse look escolhi o colar Apanhador dos sonhos do Joias Boz, um anel que não dá pra ver muito bem, mas mostro em outro look com mais detalhes e a pulseirinha de olhos gregos que esta sempre comigo.

Look Ilustrado

 

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27 de jan 2018

Engraçado como parar pra escrever me exige tão mais do que para ilustrar/desenhar ou editar vídeo a maior parte do tempo e em outros momentos escrevo tão rápido e os temas se desdobram com tanta facilidade que parece que estou psicografando.

Ao mesmo tempo, passo o dia todo respondendo pessoas, grupos, comentários, falo com muito mais gente do que vejo em um dia, com isso acabo escrevendo muito mais palavras do que teria em um post.

Como pessoas que convivem em sociedade, vocês, assim como eu, conversam, decidem, debatem, concordam e discordam de coisas todos os dias, mas queria falar de situações em especifico.

Algumas vezes por semana minha resiliência é testada e caio em armadilhas, as pessoinhas no meu cérebro ficam tentando conter a raiva e batendo no painel de controle (sim, acredito que divertidamente é real, hahaha) para que a situação não vá longe demais.

Isso acontece principalmente por causa de coisas desnecessárias. Por exemplo, oportunidades que pessoas perderam de ficarem caladas. Veja bem, não estou dizendo que você deve ficar calado a respeito de tudo ou não expressar suas opiniões. Mas quando acontecer de alguém falar algo equivocado, você explicar e ainda assim a pessoa continuar batendo na mesma tecla. Let it go, não vale a pena. A partir do momento que a discussão gira em torno de opiniões, ambas as partes tem conhecimento do que estão falando, ou então apenas uma tem e a outra não se interessa por ele, apenas por ter razão, esse assunto nunca vai evoluir, portanto, é inútil e você estará não só perdendo seu tempo como se estressando.

É importante reconhecer essas situações, porque as mesmas podem arruinar o seu dia ou dificultar as relações com outras pessoas. Temos que entender que não cair na armadilha não significa perder uma discussão a qual se estava certo, mas sim, aceitar que outras pessoas podem pensar de outras formas, recomende apenas que elas pesquisem mais sobre o assunto que estão falando e siga em frente, cada um é responsável pela própria ignorância nesses casos.

Essa seria essencialmente a cura para “O chato do rolê”, mas se você for essa pessoa e se sente mal com o que as pessoas estão dizendo, tem a possibilidade de que você esteja no role errado, afinal aquelas pessoas não tem os mesmos interesses que você. Encontre o seu rolê e seja feliz!

As fotos desse look foram tiradas pela Simone Montilares (Agridoce Cereja), ri muito, apesar da cara de sofrimento infringida pelo sol em algumas fotos e logo depois termos pego uma tempestade, hahaha, lembranças legais pra esse ano. ♥

Camiseta branca básica. Calça: Lojas Renner. Bota: Urban Flowers. Óculos: Chilli Beans.

Look ilustrado:

 

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