20 de out 2015

Oi gente, finalmente consegui ir na exposição, fiquei com medo de não dar tempo, com a correria da vida.

O nome completo da exposição é Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México.

Com certeza vocês já ouviram falar de Frida Kahlo, se não foi por suas pinturas mega expressivas, foi por sua luta ou por suas sobrancelha característica. A história da Frida é marcada por muito sofrimento e arte, assim como conturbada por seus amores.

Apesar da exposição carregar o nome e rosto de Frida, é composta de muitos quadros, esculturas e fotografias de outras artistas surrealistas mexicanas e estrangeiras. Que foram de algum modo influenciadas por ela, sejam por amizade ou fator cultural – Algumas delas se mudaram para o México depois de serem exiladas de seus países de origem.

É aquilo tipo de arte que se para na frente e fica horas tentando compreender e se deixando envolver pelos significados.

Espero que vocês possam comparecer a exposição, por isso não vou falar muito mais. Fiquem com algumas fotos:

Auto-Retrato com macacos


Diego en mi pensamiento


Leonora Carrington



Juliana admirada | Esqueci de pegar o nome da autora do quadro


Remedios Varo

As filas para a exposição não estão muito grandes, como de costume nas exposições do Instituto Tomie Ohtake, dessa vez o cadastro está sendo feito online.

O ingresso inteiro custa R$10,00
A exposição está do Instituto Tomie Ohtake até 10 de janeiro de 2016
Terça a Domingo, das 11 as 20h
Dá para comprar online clicando aqui.

 

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23 de jun 2014

Quando soube dessa exposição fiquei de imediato louca para ir. Vou mostrar um pouco como foi e o que vi!

Yayoi Kusama, uma artista japonesa (hoje com 85 anos), diagnosticada desde jovem com esquizofrenia, passou a se expressar através da arte, mostrando como ela via o mundo em suas alucinações, enchendo tudo de bolinhas. Além de tender ao suicídio, Yayoi passou a ter TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), que agravou sua obsessão por bolinhas e pontos. Diz que “se não fosse sua arte, já teria se matado há muito tempo”.

Já vou avisando, são muitas fotos, não me mate.

Você só pode permanecer nessa sala por 20 segundos, ou seja, desespero para tirar uma foto decente rápido.

 Uma dica: Tente ir em um dia de semana, acredito que esteja mais vazio. Hoje (domingo) pegamos uma fila razoavelmente grande além da super lotação das salas.

Caso você queira visitar a exposição, ainda da tempo. Ela está no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo (Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – O prédio rosa), fica aberta de Terça à Domingo das 11h00 as 20h00 até o dia 27 de Julho. A entrada é franca.
Vale a pena, recomendo.

 

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